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Cliente Unimed João Pessoa tem várias opções para obter segunda via do boleto

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Se você é cliente da Unimed João Pessoa e não recebeu o boleto para pagar o plano de saúde, saiba que há outros canais para obter a segunda via do documento de uma forma prática e simples, evitando, assim, que o seu pagamento seja efetuado após o vencimento.

Uma forma de não ter atrasos no recebimento do boleto é aderir à fatura digital, uma opção rápida e segura que garantirá o envio da cobrança por e-mail, antes do seu vencimento.

Acompanhe abaixo as explicações sobre como obter a segunda via do boleto nos canais disponibilizados pela Unimed JP. É importante destacar que, se houver mais de duas mensalidades em aberto, a regularização financeira só poderá ser realizada na Central de Negociação, localizada na Sede da Cooperativa, Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, 420 – Torre. Qualquer dúvida, basta ligar para o 2106-0407.

CANAIS DISPONÍVEIS

Portal – Ao acessar o Portal da Unimed JP (www.unimedjp.com.br), clique na área Serviços, depois em Cliente, e, em seguida, preencha o espaço com os 13 (treze) dígitos do cartão do plano, exceto os 4 (quatro) primeiros números. Depois, vá em acessar. O próximo passo é escolher a opção 2ª via do boleto. Se desejar, escolha a opção para aderir à fatura digital. Caso aceite, cadastre o e-mail para receber a fatura digital. Mas atenção! Ao fazer essa opção, você deixará de receber a fatura física, ou seja, a impressa (enviada via Correios).

App – O Aplicativo Unimed JP permite a obtenção da segunda via do boleto do plano de saúde ou do código de barras do documento. Para isso, basta baixar o APP Unimed no seu celular. A ferramenta está disponível, gratuitamente, na Play Store (Android) e na Apple Store (iOS). Depois de pesquisar por “Unimed João Pessoa ou Unimed JP” é só fazer o download e se cadastrar. Insira os dados pessoais e crie uma senha. Ao abrir o APP,  escolha a opção Boletos e, ao visualizar a fatura que deseja pagar, você pode optar por baixar o documento em PDF ou apenas ter acesso ao código de barra dele.

SAC – Através do número do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), 0800 725 1200, você terá três alternativas: receber orientações de como obter a sua fatura através do Portal da Unimed JP, solicitar o número do código de barras para pagamento do plano ou pedir a fatura via e-mail junto ao teleatendente.

Sede da Unimed JP – Ao se dirigir à Sede da Unimed JP, localizada na Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 420, Torre – dirija-se à recepção principal do atendimento ao cliente e solicite a segunda via da fatura. Na Sede da Cooperativa, o documento também pode ser retirado no terminal de autoatendimento, que fica próximo à recepção principal. Nesse terminal, é possível imprimir a segunda via da fatura, inserindo o número do seu CPF. O serviço pode ser utilizado de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h.

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Agora é Lei: Empresa ‘ficha suja’ está proibida de participar de licitações na Paraíba

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A Lei 11.365/2019, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), publicada nesta quarta-feira (19) no Diário Oficial do Estado, proíbe que pessoas jurídicas envolvidas em ações criminais praticadas contra a administração pública, possam participar de processos licitatórios no Estado da Paraíba.

Segundo Eduardo Carneiro, o Brasil tem sido alvo de investigações jamais vistas em momento anterior da sua história. Casos de corrupção têm sido comum na vida pública brasileira e a Lei tem o objetivo de suplementar a legislação federal com vistas a endurecer ainda mais, com sanções administrativas, aqueles que forem envolvidos em práticas ilícitas contra a administração pública.

“Precisamos ‘fechar o cerco’ contra a corrupção e criar mecanismos que possam impedir os praticantes de crimes dessa natureza de permanecerem atuando na administração pública. Esse é um mal que precisa ser cortado pela raiz. Não pode mais haver espaço nas gestões para corruptos. Ou a gente protege o erário com leis rígidas ou nada avança ”, comentou.

Eduardo lembrou que esse mesmo princípio foi adotado no Projeto de Lei 53/2019,  que impede a contratação de pessoas condenadas na lei de Ficha Limpa de serem contratadas para cargos no primeiro e no segundo escalão no Governo do Estado. “Este projeto foi vetado pelo governador. A lógica é a mesma. Agora esperamos a revogação desse veto”, lembrou.

Contratos – De acordo com Eduardo Carneiro, a Lei  11.365/2019, impede ainda que as empresas condenadas em crimes contra a administração pública, sejam impedidas de também firmarem contratos de qualquer ordem com o governo estadual.

A nova lei prevê que caberá aos órgãos da administração direta e indireta verificar se as empresas interessadas em participar dos procedimentos licitatórios do poder público possuem, em seus quadros societários, sócios com condenação de crimes praticados contra a administração pública em decisão confirmada em órgão judicial colegiado.

 

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Mandado de Segurança garante contratação de escritório via inexigibilidade de licitação

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) considerou, por meio de voto do desembargador Leandro dos Santos, ao Mandado de Segurança 0001842-31.2017.815.0000, regular a contratação de advogado por inexigibilidade de licitação pelo Município de São Miguel de Taipú. A decisão afastou ato do Presidente da Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), que havia determinado a suspensão do pagamento de honorários advocatícios por meio de cautelar.

O escritório Paraguay Ribeiro Coutinho Advogados Associados, Sociedade de Advogados, impetrou um Mandado de Segurança junto ao TJPB para recorrer da decisão da Primeira Câmara do TCE, que havia acatado o entendimento do relator, o conselheiro substituto Renato Sérgio, para suspender o contrato celebrado entre o escritório e a Prefeitura de São Miguel de Taipú.

Porém, no voto, o desembargador Leandro dos Santos disse, observando o teor do Mandado de Segurança, “que fica evidente que não se exige, na espécie, que o escritório que apresentou a ação seja o único prestador possível dos serviços advocatícios. Simplesmente, não é essa a exigência que a Lei de Licitações faz” Para ele, o fundamento para a inexigibilidade de licitação utilizado neste caso específico, é o constante no artigo 25, II, da Lei de Licitações.

“Os pressupostos legais, para a inexigibilidade no caso, são dois: singularidade objetiva do objetivo a ser contratado e especialmente subjetiva da pessoa contratada; e a não singularidade subjetiva, ou seja, haver somente um escritório de advocacia habilitado na matéria. Insistir nesse ponto é francamente posicionar-se contra o texto expresso de lei”, atestou o desembargador no voto.

Com base nos argumentos, o desembargador concordou com o voto do relator que demonstra a presença de diversos precedentes judiciais em favor da tese defendida pelo escritório que impetrou a ação, isto é, corroborando a estrita legalidade da contratação via inexigibilidade de licitação de serviços advocatícios singular por sociedade.

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Assembleia aprova projeto que proíbe a cobrança da taxa de religação da água

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O consumidor paraibano obteve uma notícia que agrada o seu bolso. Foi aprovado na manhã desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que versa sobre a proibição da cobrança da taxa de religação dos serviços de abastecimento de água e esgoto sanitário em caso de suspensão (o corte). O dispositivo é direcionado à população de baixa renda, e foi apresentado pelo deputado estadual Felipe Leitão (DEM).

Por ampla maioria de votos, o projeto foi aprovado, explicando Felipe Leitão que “não está se criando nenhuma despesa, nem onerando o Estado. Aqui é um projeto de lei, e quem me conhece sabe disso; é para aqueles que mais precisam”, discorreu o parlamentar na tribuna da Casa de Epitácio Pessoa.

Felipe Leitão lembrou o constrangimento e as dificuldades quando a água é cortada por falta de pagamento, observando que a taxa de religação “é matar quem já está morto”. Ele salientou que o consumidor, ao ficar inadimplente, e não conseguir pagar o débito por não ter recursos, ao normalizar sua situação na Companhia de Água e Esgoto (Cagepa), ainda tem que arcar com a taxa de religação.

“Depois que ele (o consumidor) obtiver o dinheiro, ou através de um empréstimo, ou fez um ‘bico’ e conseguiu pagar e religar a sua água, ainda é penalizado com a taxa de religação que custa seis vezes mais do que a tarifa social, pois esse projeto é só para aqueles que pagam a tarifa social; aqueles que realmente mais precisam. Então eu acho uma injustiça, e nós estamos reparando, nós estamos corrigindo essa distorção que há hoje por parte da Cagepa com os consumidores de baixa renda”, justificou Felipe Leitão.

O deputado ainda observou que praticamente não haverá impacto orçamentário na arrecadação da Cagepa, pois o projeto visa tão somente os consumidores de baixa renda. Na sua fala, Leitão pediu o apoio dos colegas para a aprovação da matéria, o que de fato ocorreu, obtendo o apoio, inclusive, do bloco de oposição.

Agora o Projeto de Lei 127/2019 segue para aprovação ou veto  do governador João Azevedo. “O projeto está bem embasado juridicamente, tem papel social, por isso estou confiante que o governador João Azevedo, homem sensível com as causas do povo, sancione o projeto”, observou Leitão.

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