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Cafeterias transformam os tradicionais cafezinhos em bebidas arrojadas

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O café, planta originária da Etiópia, chegou ao Brasil em 1727, trazido da Guiana Francesa e se difundiu por todo território nacional, ganhando destaque e conquistando paladares. No dia 24 de maio, celebra-se o dia nacional da iguaria que é paixão nacional e, segundo a ABIC, Associação Brasileira da Indústria de Café, a segunda bebida mais consumida no país, ficando atrás apenas do consumo de água. Ainda de acordo com a pesquisa, 9 entre 10 brasileiros com mais de 15 anos consomem o café diariamente.

A bebida está presente nas reuniões de trabalho, momentos de produtividade, raciocínio e criatividade. Além de ser considerado um alarme de energia, quando consumido em moderação, o café traz benefícios e ajuda a incentivar a liberação de dopamina, estimulando o organismo e melhorando a disposição para produzir mais. De acordo com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, as pausas para o coffee break com os colegas no trabalho são importantes para relaxar e aumentar a produtividade dos funcionários. Pensando nisso, o HUB 360, espaço colaborativo, que instiga a criatividade e a tecnologia, proporciona diariamente um momento único para os fãs da bebida em um coffee shop exclusivo da São Braz com o oferecimento do Blend 53, uma mistura de grãos selecionados, que foi a aposta da marca no ambiente. “Quando pensamos na estrutura deste espaço compartilhado e colaborativo, que é o HUB 360, não poderíamos deixar de ter um café, para socializar as pessoas, fazer networking, fechar negócios e trocar ideias. Nosso ambiente é ideal para isso e o café é um combustível”, comenta Tiago Costa, co-fundador do HUB 360.

No local, cerca de 60 pessoas passam diariamente e utilizam a cafeteria, que fornece a bebida gratuitamente aos membros do HUB 360, alunos e convidados que chegam para reuniões e treinamentos – e inclui também os funcionários do prédio, os membros das salas alugadas e os profissionais que atuam no coworking.

Muito presente atualmente nas tendências desses espaços, o café também evolui nas cafeterias premium. Com mais de 90 anos de atuação no mercado de chocolates finos, a Kopenhagen percebeu a oportunidade apontada pelo mercado e passou a oferecer em suas unidades de negócio o famoso cafezinho. O serviço de cafeteria, hoje considerado imprescindível para a empresa, tem a elegância que caracteriza a marca e atrai cada vez mais consumidores apaixonados pelo sabor único que a grife imprime a bebida que ganhou o país. O café seria apenas mais um se não fosse a preocupação em utilizar grãos selecionados e a habilidade para extrair sabor e cremosidade no ponto certo. “Quem procura nossa cafeteria aprecia o sabor, que é marca da qualidade e da tradição da Kopenhagen. Mas além disso, nós proporcionamos uma experiência única para o cliente que não está apenas no gosto, mas também na qualidade do atendimento e no conforto”, ressaltou Marcela, franqueada da Kopenhagen na Paraíba.

As bebidas, que podem ser servidas nos tamanhos grande e pequeno e quente e gelado, agradam aos gostos do público mais exigente. Para os acompanhamentos, cookie baunilha sem cobertura,  petit wafer ou pastilhas de chocolate amargo com menta. No menu especial, o Café Expresso, o tradicional café preparado com o jeitinho Kopenhagen é o mais pedido durante todo o ano nas cafeterias da marca. O Expresso não contem glúten e pode ser servido pequeno ou grande. Os grãos são arábicos e um blend especialmente feito para a Kopenhagen; o Capuccino, também é um dos queridinhos dos consumidores e traz o puro chocolate ao leite cortado em pedacinhos recebe o café em alta temperatura para ser derretido. Em seguida, o leite e a espuma são vaporizados até atingir a textura cremosa, e, finalizando essa delícia, uma generosa porção de chantilly.

A Kopenhagen também conta com cápsulas de café com o exclusivo blend da marca, já referência aos apaixonados pelo café sofisticado e de qualidade.  Os itens são vendidos em caixas com 10 unidades de 50g, compatíveis com as máquinas de café Nespresso e podem ser encontrados apenas na lojas Kopenhagen. A grife, que tem 90 anos de história e é líder e precursora no segmento de chocolates finos no Brasil, possui mais de 350 lojas no país.

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Agora é Lei: Empresa ‘ficha suja’ está proibida de participar de licitações na Paraíba

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A Lei 11.365/2019, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), publicada nesta quarta-feira (19) no Diário Oficial do Estado, proíbe que pessoas jurídicas envolvidas em ações criminais praticadas contra a administração pública, possam participar de processos licitatórios no Estado da Paraíba.

Segundo Eduardo Carneiro, o Brasil tem sido alvo de investigações jamais vistas em momento anterior da sua história. Casos de corrupção têm sido comum na vida pública brasileira e a Lei tem o objetivo de suplementar a legislação federal com vistas a endurecer ainda mais, com sanções administrativas, aqueles que forem envolvidos em práticas ilícitas contra a administração pública.

“Precisamos ‘fechar o cerco’ contra a corrupção e criar mecanismos que possam impedir os praticantes de crimes dessa natureza de permanecerem atuando na administração pública. Esse é um mal que precisa ser cortado pela raiz. Não pode mais haver espaço nas gestões para corruptos. Ou a gente protege o erário com leis rígidas ou nada avança ”, comentou.

Eduardo lembrou que esse mesmo princípio foi adotado no Projeto de Lei 53/2019,  que impede a contratação de pessoas condenadas na lei de Ficha Limpa de serem contratadas para cargos no primeiro e no segundo escalão no Governo do Estado. “Este projeto foi vetado pelo governador. A lógica é a mesma. Agora esperamos a revogação desse veto”, lembrou.

Contratos – De acordo com Eduardo Carneiro, a Lei  11.365/2019, impede ainda que as empresas condenadas em crimes contra a administração pública, sejam impedidas de também firmarem contratos de qualquer ordem com o governo estadual.

A nova lei prevê que caberá aos órgãos da administração direta e indireta verificar se as empresas interessadas em participar dos procedimentos licitatórios do poder público possuem, em seus quadros societários, sócios com condenação de crimes praticados contra a administração pública em decisão confirmada em órgão judicial colegiado.

 

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Mandado de Segurança garante contratação de escritório via inexigibilidade de licitação

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) considerou, por meio de voto do desembargador Leandro dos Santos, ao Mandado de Segurança 0001842-31.2017.815.0000, regular a contratação de advogado por inexigibilidade de licitação pelo Município de São Miguel de Taipú. A decisão afastou ato do Presidente da Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), que havia determinado a suspensão do pagamento de honorários advocatícios por meio de cautelar.

O escritório Paraguay Ribeiro Coutinho Advogados Associados, Sociedade de Advogados, impetrou um Mandado de Segurança junto ao TJPB para recorrer da decisão da Primeira Câmara do TCE, que havia acatado o entendimento do relator, o conselheiro substituto Renato Sérgio, para suspender o contrato celebrado entre o escritório e a Prefeitura de São Miguel de Taipú.

Porém, no voto, o desembargador Leandro dos Santos disse, observando o teor do Mandado de Segurança, “que fica evidente que não se exige, na espécie, que o escritório que apresentou a ação seja o único prestador possível dos serviços advocatícios. Simplesmente, não é essa a exigência que a Lei de Licitações faz” Para ele, o fundamento para a inexigibilidade de licitação utilizado neste caso específico, é o constante no artigo 25, II, da Lei de Licitações.

“Os pressupostos legais, para a inexigibilidade no caso, são dois: singularidade objetiva do objetivo a ser contratado e especialmente subjetiva da pessoa contratada; e a não singularidade subjetiva, ou seja, haver somente um escritório de advocacia habilitado na matéria. Insistir nesse ponto é francamente posicionar-se contra o texto expresso de lei”, atestou o desembargador no voto.

Com base nos argumentos, o desembargador concordou com o voto do relator que demonstra a presença de diversos precedentes judiciais em favor da tese defendida pelo escritório que impetrou a ação, isto é, corroborando a estrita legalidade da contratação via inexigibilidade de licitação de serviços advocatícios singular por sociedade.

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Assembleia aprova projeto que proíbe a cobrança da taxa de religação da água

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O consumidor paraibano obteve uma notícia que agrada o seu bolso. Foi aprovado na manhã desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que versa sobre a proibição da cobrança da taxa de religação dos serviços de abastecimento de água e esgoto sanitário em caso de suspensão (o corte). O dispositivo é direcionado à população de baixa renda, e foi apresentado pelo deputado estadual Felipe Leitão (DEM).

Por ampla maioria de votos, o projeto foi aprovado, explicando Felipe Leitão que “não está se criando nenhuma despesa, nem onerando o Estado. Aqui é um projeto de lei, e quem me conhece sabe disso; é para aqueles que mais precisam”, discorreu o parlamentar na tribuna da Casa de Epitácio Pessoa.

Felipe Leitão lembrou o constrangimento e as dificuldades quando a água é cortada por falta de pagamento, observando que a taxa de religação “é matar quem já está morto”. Ele salientou que o consumidor, ao ficar inadimplente, e não conseguir pagar o débito por não ter recursos, ao normalizar sua situação na Companhia de Água e Esgoto (Cagepa), ainda tem que arcar com a taxa de religação.

“Depois que ele (o consumidor) obtiver o dinheiro, ou através de um empréstimo, ou fez um ‘bico’ e conseguiu pagar e religar a sua água, ainda é penalizado com a taxa de religação que custa seis vezes mais do que a tarifa social, pois esse projeto é só para aqueles que pagam a tarifa social; aqueles que realmente mais precisam. Então eu acho uma injustiça, e nós estamos reparando, nós estamos corrigindo essa distorção que há hoje por parte da Cagepa com os consumidores de baixa renda”, justificou Felipe Leitão.

O deputado ainda observou que praticamente não haverá impacto orçamentário na arrecadação da Cagepa, pois o projeto visa tão somente os consumidores de baixa renda. Na sua fala, Leitão pediu o apoio dos colegas para a aprovação da matéria, o que de fato ocorreu, obtendo o apoio, inclusive, do bloco de oposição.

Agora o Projeto de Lei 127/2019 segue para aprovação ou veto  do governador João Azevedo. “O projeto está bem embasado juridicamente, tem papel social, por isso estou confiante que o governador João Azevedo, homem sensível com as causas do povo, sancione o projeto”, observou Leitão.

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