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Atendimento humanizado faz a diferença na Unidade de Oncologia da Unimed JP

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Se sentir bem e acolhido é fundamental quando estamos passando por um tratamento de saúde. E quando a busca é para a cura de um câncer, o carinho e a atenção dedicados ao paciente são ainda mais importantes. Ao se sentir bem amparado e seguro, a imunidade aumenta, refletindo-se positivamente na recuperação.

Com esse cuidado, a Unidade de Oncologia e Medicamentos Especiais da Unimed João Pessoa, que funciona no Hospital Alberto Urquiza Wanderley, desenvolve uma série de ações de humanização, que fazem com que pacientes e equipes se tornem uma família.

E é com muito carinho que a recepcionista Karla Fernanda de Araújo Barreto se lembra da despedida que foi preparada após o encerramento de seu tratamento, quando ela passou pelo Projeto Renascimento. “Foi muito emocionante. A gente passa por muita coisa. Foram oito sessões de quimioterapia e não foi fácil. No final, ver meus amigos, minha família e o pessoal da Oncologia – que também se tornou uma família para mim-, foi maravilhoso. Vou sempre agradecer tudo o que fizeram por mim”, revelou.

O Projeto Renascimento é uma comemoração realizada no dia em que o paciente recebe a última dose de quimioterapia. O leito é decorado, a família convidada e os colaboradores realizam homenagens com direito à música, oração e agradecimento ao recomeço da vida. Fernanda diz que o projeto tem o nome que merece. “Eu renasci depois daquelas sessões, renasci para uma nova vida, comecei um novo ciclo, com vida para frente”, contou.

Mesmo precisando ir à unidade de Oncologia buscar medicação, ela afirma que a sensação é de boas recordações. “Não é um ambiente que me dá tristeza, pois é bom ver aquelas pessoas que sempre me trataram com muito carinho”.

A coordenadora médica da Unidade de Oncologia, a oncopediatra Andrea Gadelha, explica que é muito importante que os pacientes tenham acesso a estes projetos de humanização enquanto estão em tratamento. Para ela, oferecer essas ações é um ato de solidariedade, compromisso com a qualidade de vida e comprometimento com a assistência. “A Unimed João Pessoa atua de forma humanizada, não trata apenas de doenças, mas cuida de pessoas. Esse é nosso jeito de cuidar”, lembrou.

Data especial

E as ações de humanização não param por aí. Quando o paciente faz aniversário durante a internação, essa data é lembrada através da decoração do leito e o registro de mensagens de otimismo. A ideia é reafirmar o sentimento de vitória e amor à vida. Foi o que ocorreu com o paciente Moisés Lima, 15 anos. No ano passado, ele teve um aniversário especial no Hospital Alberto Urquiza Wanderley.

Moisés estava no meio do tratamento contra um câncer nos ossos, mas o carinho recebido naquele dia o marcou. “Eu senti uma emoção muito grande. Estar no meio de um tratamento e os funcionários lembrarem de comemorar essa data, foi muito especial. Teve bolo e música”, recordou.

O adolescente concluiu o tratamento e quando precisa retornar à Unidade de Oncologia uma vez por mês para limpar o cateter ou realizar algum exame, se sente acolhido. “Todos me atendem de uma forma muito carinhosa”, garantiu.

E esse cuidado do paciente como um ser integral acontece com todos que estão em tratamento na Unidade de Oncologia e Medicamentos Especiais. O paciente não é visto apenas como uma pessoa que está ali combatendo uma doença, mas como um ser humano que precisa de carinho e de atenção. Por isso, todos os colaboradores, sejam recepcionistas, enfermeiros ou médicos têm um carinho especial por cada um que é atendido.

Outras ações

Assim como ocorre na data de aniversário, ou no último dia de tratamento quimioterápico, as datas comemorativas como Natal e Dia das Mães também são lembradas com muita alegria na Unidade de Oncologia e Medicamentos Especiais da Unimed JP. Semanalmente, há ainda a musicoterapia, quando os pacientes escutam músicas ao vivo. Outro projeto é o Follow Up, que disponibiliza um telefone para tirar dúvidas sem precisar sair de casa, o que evita o retorno deles ao hospital sem uma necessidade iminente. O chá da tarde, que são encontros semestrais, bem como música, orações, depoimentos e bate-papo fazem parte da programação. Saiba mais sobre a Unidade de Oncologia e Medicamentos Especiais em www.unimedjp.com.br/unidade-oncologia.

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Agora é Lei: Empresa ‘ficha suja’ está proibida de participar de licitações na Paraíba

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A Lei 11.365/2019, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), publicada nesta quarta-feira (19) no Diário Oficial do Estado, proíbe que pessoas jurídicas envolvidas em ações criminais praticadas contra a administração pública, possam participar de processos licitatórios no Estado da Paraíba.

Segundo Eduardo Carneiro, o Brasil tem sido alvo de investigações jamais vistas em momento anterior da sua história. Casos de corrupção têm sido comum na vida pública brasileira e a Lei tem o objetivo de suplementar a legislação federal com vistas a endurecer ainda mais, com sanções administrativas, aqueles que forem envolvidos em práticas ilícitas contra a administração pública.

“Precisamos ‘fechar o cerco’ contra a corrupção e criar mecanismos que possam impedir os praticantes de crimes dessa natureza de permanecerem atuando na administração pública. Esse é um mal que precisa ser cortado pela raiz. Não pode mais haver espaço nas gestões para corruptos. Ou a gente protege o erário com leis rígidas ou nada avança ”, comentou.

Eduardo lembrou que esse mesmo princípio foi adotado no Projeto de Lei 53/2019,  que impede a contratação de pessoas condenadas na lei de Ficha Limpa de serem contratadas para cargos no primeiro e no segundo escalão no Governo do Estado. “Este projeto foi vetado pelo governador. A lógica é a mesma. Agora esperamos a revogação desse veto”, lembrou.

Contratos – De acordo com Eduardo Carneiro, a Lei  11.365/2019, impede ainda que as empresas condenadas em crimes contra a administração pública, sejam impedidas de também firmarem contratos de qualquer ordem com o governo estadual.

A nova lei prevê que caberá aos órgãos da administração direta e indireta verificar se as empresas interessadas em participar dos procedimentos licitatórios do poder público possuem, em seus quadros societários, sócios com condenação de crimes praticados contra a administração pública em decisão confirmada em órgão judicial colegiado.

 

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Mandado de Segurança garante contratação de escritório via inexigibilidade de licitação

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) considerou, por meio de voto do desembargador Leandro dos Santos, ao Mandado de Segurança 0001842-31.2017.815.0000, regular a contratação de advogado por inexigibilidade de licitação pelo Município de São Miguel de Taipú. A decisão afastou ato do Presidente da Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), que havia determinado a suspensão do pagamento de honorários advocatícios por meio de cautelar.

O escritório Paraguay Ribeiro Coutinho Advogados Associados, Sociedade de Advogados, impetrou um Mandado de Segurança junto ao TJPB para recorrer da decisão da Primeira Câmara do TCE, que havia acatado o entendimento do relator, o conselheiro substituto Renato Sérgio, para suspender o contrato celebrado entre o escritório e a Prefeitura de São Miguel de Taipú.

Porém, no voto, o desembargador Leandro dos Santos disse, observando o teor do Mandado de Segurança, “que fica evidente que não se exige, na espécie, que o escritório que apresentou a ação seja o único prestador possível dos serviços advocatícios. Simplesmente, não é essa a exigência que a Lei de Licitações faz” Para ele, o fundamento para a inexigibilidade de licitação utilizado neste caso específico, é o constante no artigo 25, II, da Lei de Licitações.

“Os pressupostos legais, para a inexigibilidade no caso, são dois: singularidade objetiva do objetivo a ser contratado e especialmente subjetiva da pessoa contratada; e a não singularidade subjetiva, ou seja, haver somente um escritório de advocacia habilitado na matéria. Insistir nesse ponto é francamente posicionar-se contra o texto expresso de lei”, atestou o desembargador no voto.

Com base nos argumentos, o desembargador concordou com o voto do relator que demonstra a presença de diversos precedentes judiciais em favor da tese defendida pelo escritório que impetrou a ação, isto é, corroborando a estrita legalidade da contratação via inexigibilidade de licitação de serviços advocatícios singular por sociedade.

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Assembleia aprova projeto que proíbe a cobrança da taxa de religação da água

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O consumidor paraibano obteve uma notícia que agrada o seu bolso. Foi aprovado na manhã desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que versa sobre a proibição da cobrança da taxa de religação dos serviços de abastecimento de água e esgoto sanitário em caso de suspensão (o corte). O dispositivo é direcionado à população de baixa renda, e foi apresentado pelo deputado estadual Felipe Leitão (DEM).

Por ampla maioria de votos, o projeto foi aprovado, explicando Felipe Leitão que “não está se criando nenhuma despesa, nem onerando o Estado. Aqui é um projeto de lei, e quem me conhece sabe disso; é para aqueles que mais precisam”, discorreu o parlamentar na tribuna da Casa de Epitácio Pessoa.

Felipe Leitão lembrou o constrangimento e as dificuldades quando a água é cortada por falta de pagamento, observando que a taxa de religação “é matar quem já está morto”. Ele salientou que o consumidor, ao ficar inadimplente, e não conseguir pagar o débito por não ter recursos, ao normalizar sua situação na Companhia de Água e Esgoto (Cagepa), ainda tem que arcar com a taxa de religação.

“Depois que ele (o consumidor) obtiver o dinheiro, ou através de um empréstimo, ou fez um ‘bico’ e conseguiu pagar e religar a sua água, ainda é penalizado com a taxa de religação que custa seis vezes mais do que a tarifa social, pois esse projeto é só para aqueles que pagam a tarifa social; aqueles que realmente mais precisam. Então eu acho uma injustiça, e nós estamos reparando, nós estamos corrigindo essa distorção que há hoje por parte da Cagepa com os consumidores de baixa renda”, justificou Felipe Leitão.

O deputado ainda observou que praticamente não haverá impacto orçamentário na arrecadação da Cagepa, pois o projeto visa tão somente os consumidores de baixa renda. Na sua fala, Leitão pediu o apoio dos colegas para a aprovação da matéria, o que de fato ocorreu, obtendo o apoio, inclusive, do bloco de oposição.

Agora o Projeto de Lei 127/2019 segue para aprovação ou veto  do governador João Azevedo. “O projeto está bem embasado juridicamente, tem papel social, por isso estou confiante que o governador João Azevedo, homem sensível com as causas do povo, sancione o projeto”, observou Leitão.

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