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O Boticário é a primeira marca de cosméticos a lançar perfumaria fina com eco álcool no Brasil

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O Boticário incorpora diversas iniciativas para reduzir seus impactos no ambiente, começando pela seleção minuciosa de suas matérias primas, a produção de suas embalagens e seu descarte correto. Em abril, a marca lança mais um produto com grande inovação sustentável, a primeira perfumaria fina de Nativa SPA, o eau de toilette, com o uso do eco álcool.

Resultado da combinação de inovação, tecnologia e sustentabilidade, o eco álcool – também conhecido por etanol de segunda geração (E2G) – produzido pela Raízen tem a cana-de-açúcar como matéria-prima e é de origem 100% renovável. No seu processo de produção, o eco álcool é feito a partir do bagaço da cana-de-açúcar, que no processo tradicional seria queimado ou descartado. Essa tecnologia permite um aproveitamento de forma integral da cana, diminuindo a pegada de carbono em mais de 30%, se comparado ao álcool convencional de mercado, e, assim, tem menor impacto nas mudanças climáticas do planeta.“Nossa preocupação com a sustentabilidade está no DNA da marca. Da concepção do produto até a embalagem, é importante que o consumidor saiba todas as características do que ele está comprando. Mais uma vez somos pioneiros em trazer o eco álcool para O Boticário e estamos muito satisfeitos com a entrega e performance da nossa linha de eau de toilette de Nativa Spa, porque esse elemento não altera em nada o olfativo da perfumaria, que se mantém impecável. Temos certeza que o consumidor também aprovará”, comenta Vanessa Machado, gerente de cuidados pessoais do Boticário.

Para ajudar o consumidor a reconhecer o produto na hora da compra, O Boticário criou o selo “Com eco álcool”. Os eau de toiletteQueen Vanilla e Royal Plum – versões mais intensas das famílias Baunilha Real e Ameixa – estarão disponíveis em todas as lojas do Brasil, e-commerce e revendedoras da marca a partir do primeiro dia de abril.

 Serviço

 Nativa SPA Queen Vanila Desodorante Colônia R$ 139,90

  • Família Olfativa: Oriental Ambarado;
  • Notas de Saída: framboesa, frutas vermelhas, bergamota, ameixa e pêssego;
  • Notas de Corpo: Frangipani, acorde de creme brulle, jasmim e mirtilo;
  • Notas de Fundo: Baunilha Bourbon Africana, benjoin, cumarina, patchouli, mirra, sândalo, âmbar, caramelo;
  • Com eco álcool, obtido por processo renovável, que aproveita integralmente a cana de açúcar, reduzindo a geração de resíduos e a pegada de carbono no meio ambiente.

Nativa SPA Royal Plum Desodorante Colônia R$ 139,90

  • Uma fragrância mais intensa de Ameixa;
  • Família Olfativa: Floriental Amadeirado;
  • Notas de corpo: Smooth de frutas vermelhas, flor de lótus, polpa de ameixa, jasmim sambac, pétalas de peônia;
  • Notas de Fundo: Violeta branca, heliotropina, baunilha de madagascar, cedro, musk;
  • Notas de Saída: Flor de ameixa, flor de ameixa negra, pimenta branca;
  • Com eco álcool, obtido por processo renovável, que aproveita integralmente a cana de açúcar, reduzindo a geração de resíduos e a pegada de carbono no meio ambiente.

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Agora é Lei: Empresa ‘ficha suja’ está proibida de participar de licitações na Paraíba

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A Lei 11.365/2019, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), publicada nesta quarta-feira (19) no Diário Oficial do Estado, proíbe que pessoas jurídicas envolvidas em ações criminais praticadas contra a administração pública, possam participar de processos licitatórios no Estado da Paraíba.

Segundo Eduardo Carneiro, o Brasil tem sido alvo de investigações jamais vistas em momento anterior da sua história. Casos de corrupção têm sido comum na vida pública brasileira e a Lei tem o objetivo de suplementar a legislação federal com vistas a endurecer ainda mais, com sanções administrativas, aqueles que forem envolvidos em práticas ilícitas contra a administração pública.

“Precisamos ‘fechar o cerco’ contra a corrupção e criar mecanismos que possam impedir os praticantes de crimes dessa natureza de permanecerem atuando na administração pública. Esse é um mal que precisa ser cortado pela raiz. Não pode mais haver espaço nas gestões para corruptos. Ou a gente protege o erário com leis rígidas ou nada avança ”, comentou.

Eduardo lembrou que esse mesmo princípio foi adotado no Projeto de Lei 53/2019,  que impede a contratação de pessoas condenadas na lei de Ficha Limpa de serem contratadas para cargos no primeiro e no segundo escalão no Governo do Estado. “Este projeto foi vetado pelo governador. A lógica é a mesma. Agora esperamos a revogação desse veto”, lembrou.

Contratos – De acordo com Eduardo Carneiro, a Lei  11.365/2019, impede ainda que as empresas condenadas em crimes contra a administração pública, sejam impedidas de também firmarem contratos de qualquer ordem com o governo estadual.

A nova lei prevê que caberá aos órgãos da administração direta e indireta verificar se as empresas interessadas em participar dos procedimentos licitatórios do poder público possuem, em seus quadros societários, sócios com condenação de crimes praticados contra a administração pública em decisão confirmada em órgão judicial colegiado.

 

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Mandado de Segurança garante contratação de escritório via inexigibilidade de licitação

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) considerou, por meio de voto do desembargador Leandro dos Santos, ao Mandado de Segurança 0001842-31.2017.815.0000, regular a contratação de advogado por inexigibilidade de licitação pelo Município de São Miguel de Taipú. A decisão afastou ato do Presidente da Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), que havia determinado a suspensão do pagamento de honorários advocatícios por meio de cautelar.

O escritório Paraguay Ribeiro Coutinho Advogados Associados, Sociedade de Advogados, impetrou um Mandado de Segurança junto ao TJPB para recorrer da decisão da Primeira Câmara do TCE, que havia acatado o entendimento do relator, o conselheiro substituto Renato Sérgio, para suspender o contrato celebrado entre o escritório e a Prefeitura de São Miguel de Taipú.

Porém, no voto, o desembargador Leandro dos Santos disse, observando o teor do Mandado de Segurança, “que fica evidente que não se exige, na espécie, que o escritório que apresentou a ação seja o único prestador possível dos serviços advocatícios. Simplesmente, não é essa a exigência que a Lei de Licitações faz” Para ele, o fundamento para a inexigibilidade de licitação utilizado neste caso específico, é o constante no artigo 25, II, da Lei de Licitações.

“Os pressupostos legais, para a inexigibilidade no caso, são dois: singularidade objetiva do objetivo a ser contratado e especialmente subjetiva da pessoa contratada; e a não singularidade subjetiva, ou seja, haver somente um escritório de advocacia habilitado na matéria. Insistir nesse ponto é francamente posicionar-se contra o texto expresso de lei”, atestou o desembargador no voto.

Com base nos argumentos, o desembargador concordou com o voto do relator que demonstra a presença de diversos precedentes judiciais em favor da tese defendida pelo escritório que impetrou a ação, isto é, corroborando a estrita legalidade da contratação via inexigibilidade de licitação de serviços advocatícios singular por sociedade.

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Assembleia aprova projeto que proíbe a cobrança da taxa de religação da água

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O consumidor paraibano obteve uma notícia que agrada o seu bolso. Foi aprovado na manhã desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que versa sobre a proibição da cobrança da taxa de religação dos serviços de abastecimento de água e esgoto sanitário em caso de suspensão (o corte). O dispositivo é direcionado à população de baixa renda, e foi apresentado pelo deputado estadual Felipe Leitão (DEM).

Por ampla maioria de votos, o projeto foi aprovado, explicando Felipe Leitão que “não está se criando nenhuma despesa, nem onerando o Estado. Aqui é um projeto de lei, e quem me conhece sabe disso; é para aqueles que mais precisam”, discorreu o parlamentar na tribuna da Casa de Epitácio Pessoa.

Felipe Leitão lembrou o constrangimento e as dificuldades quando a água é cortada por falta de pagamento, observando que a taxa de religação “é matar quem já está morto”. Ele salientou que o consumidor, ao ficar inadimplente, e não conseguir pagar o débito por não ter recursos, ao normalizar sua situação na Companhia de Água e Esgoto (Cagepa), ainda tem que arcar com a taxa de religação.

“Depois que ele (o consumidor) obtiver o dinheiro, ou através de um empréstimo, ou fez um ‘bico’ e conseguiu pagar e religar a sua água, ainda é penalizado com a taxa de religação que custa seis vezes mais do que a tarifa social, pois esse projeto é só para aqueles que pagam a tarifa social; aqueles que realmente mais precisam. Então eu acho uma injustiça, e nós estamos reparando, nós estamos corrigindo essa distorção que há hoje por parte da Cagepa com os consumidores de baixa renda”, justificou Felipe Leitão.

O deputado ainda observou que praticamente não haverá impacto orçamentário na arrecadação da Cagepa, pois o projeto visa tão somente os consumidores de baixa renda. Na sua fala, Leitão pediu o apoio dos colegas para a aprovação da matéria, o que de fato ocorreu, obtendo o apoio, inclusive, do bloco de oposição.

Agora o Projeto de Lei 127/2019 segue para aprovação ou veto  do governador João Azevedo. “O projeto está bem embasado juridicamente, tem papel social, por isso estou confiante que o governador João Azevedo, homem sensível com as causas do povo, sancione o projeto”, observou Leitão.

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