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Viajar de carro compartilhado gera doações de alimentos para ONG de cuidado animal

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A parceria entre a Turbi, startup de carsharing, e a ONG Instituto Amor em Patas teve início no último dia 25 de janeiro, e veio comemorar os 465 anos da cidade de São Paulo. O sucesso foi tanto que a ação promocional comemorativa teve seu prazo estendido de 31 de janeiro para 15 de fevereiro. A ação consiste em possibilitar a todos os clientes da Turbi utilizar o voucher “AmorEmPatas”, disponível em seus aplicativos de carsharing, garantindo que todo aluguel de veículos corresponda a uma doação de 3 Kg de ração para a ONG. Ser consciente também é parte de ser paulistano, e é por isso que combinar algo tão natural quanto a locomoção pela cidade a uma ação social tem tudo a ver com quem é cidadão da metrópole, e os valores das duas organizações.

A empresa de compartilhamento de veículos é um dos expoentes do mercado nacional no segmento, e vem ajudando a mudar o mindset da população a respeito do carsharing. De acordo com um estudo realizado em cinco cidades americanas, para cada carro compartilhados entre 7 e 11 outros veículos deixam de circular nas ruas, o que melhora trânsito, reduz a emissão de poluentes e gera efeitos positivos na economia, global, e até mesmo pessoal. “A Turbi veio para ser mais uma opção de mobilidade e acredita ser uma mudança de estilo de vida, inclusive no olhar para outras áreas da nossa sociedade”, conta Diego Lira, sócio da Turbi, “não é a toa que só no ano passado quadriplicamos nossa frota, e já estamos em mais de 60 pontos espalhados na capital paulista, com previsão de chegarmos a 350 carros até o fim do primeiro semestre”.

Já o Instituto Amor em Patas (IAPA) é uma organização não governamental fundada em 2013 com o objetivo de espalhar a conscientização sobre a importância da vida animal. Eles são responsáveis por mais de 110 animais em abrigos pelo estado de São Paulo, sendo a maioria na capital, sem contar seu espaço próprio que tem rotatividade de aproximadamente 50 animais resgatados por mês. Atuam com resgates, reabilitações, castrações, adoções e bem estar animal. Sua única forma de renda são doações. “Acreditamos que essa parceria tem tudo a ver com a Turbi, queremos trazer o consumo consciente também para o carsharing”, afirma Lira. “O objetivo de melhorar nossa cidade e ser cidadão é algo que faz parte da Turbi tanto quanto da IAPA”.

Para os clientes, a doação é automática, assim ele não tem mais trabalho, mas garante uma ação social enquanto se diverte pela cidade. Atualmente, a frota da empresa conta com três modelos de carro, HB20 1.6, Nissan Kicks e Mini Cooper S, sendo a única empresa no Brasil a oferecer o último modelo sem limite de quilometragem ou tempo de viagem. Todos os veículos são automáticos. Os pontos de locação ficam em Pinheiros, Vila Madalena, Vila Mariana, Vila Olímpia, Itaim Bibi, Av. Paulista, Moema, Paraíso, Saúde, Perdizes, Brooklin Novo e Jardins.

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Cinco projetos prioritários para o setor industrial estão em análise no Senado

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Além da reforma da Previdência (PEC 6/2019), o setor industrial defende a aprovação de uma série de projetos em discussão no Congresso para melhorar o ambiente de negócios e ajudar o setor a crescer. Ao todo, a Agenda Legislativa da Indústria 2019 reúne 123 propostas de seu interesse a tramitar na Câmara e no Senado. Entre elas, 14 integram uma “pauta mínima” — conjunto de temas urgentes na visão da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Cinco delas estão no Senado, mas nem todos os projetos são considerados prioritários pelos parlamentares e podem seguir um longo caminho antes da aprovação.

No último dia 11, a CNI revisou para baixo as estimativas de crescimento da indústria para este ano. A previsão inicial era que o setor fecharia o ano com crescimento de 3%, mas a CNI aponta uma queda no ritmo, que deve garantir uma expansão de apenas 1,1%. Também recuou em 2,6 pontos o Índice de Confiança do Empresário Industrial, chegando a 61,9 pontos em março. Entre as propostas defendidas pelos empresários para alterar esse cenário e que dependem do Senado está o PLS 232/2016, que aumenta a liberdade para as empresas escolherem de quem comprar a energia elétrica. O projeto é apontado como um caminho para aumentar a competição no mercado de energia, informa publicação da Agência Senado.

A CNI defende algumas mudanças no texto, como a antecipação da convergência da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que recebe recursos pagos junto com a conta de luz. A Lei 13.360/2016determina que, a partir de 2030, o rateio das quotas anuais da CDE deverá ser proporcional ao mercado consumidor de energia, de acordo com o nível de tensão. Os consumidores atendidos em alta tensão, como as indústrias, pagarão 1/3 do valor pago por aqueles atendidos em baixa tensão, enquanto os consumidores atendidos em média tensão pagarão 2/3. Para a indústria, essa medida é importante ajudar a baratear os custos produtivos.

O presidente da Comissão de Serviços de Infraestrutura, senador Marcos Rogério (DEM-RO), é o relator da proposta. Ele está ouvindo vários setores sobre o tema e adiantou que pretende colocar a proposta em votação no primeiro semestre. O parlamentar afirma que o projeto pode tornar a energia mais barata, mas prefere analisar com cautela eventuais mudanças no texto.

— Estou ouvindo segmentos que têm interesse na matéria. Quem é a favor do projeto, quem é contra o projeto, quem tem preocupação com o texto do projeto, se tem que ser modificado ou não tem. Meu primeiro objetivo agora é justamente esgotar esse contato, para colher as percepções, as preocupações, que cada entidade, cada segmento envolvido no setor elétrico tem em relação a esse projeto. É um projeto importante, que tem um impacto significativo na modelagem atual — disse o senador.

Na visão do líder da Minoria, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), existem outras propostas sobre fornecimento de energia que merecem maior atenção dos senadores. Randolfe é autor de um projeto de acordo com o qual todos os consumidores residenciais com consumo inferior a 70 quilowatts por mês e inclusos em programas sociais estariam isentos do pagamento da tarifa de energia (PLS 469/2018).

— O principal problema em relação ao fornecimento de energia que nós temos é a penalização dos mais pobres. Deveríamos priorizar projetos sobre a tarifa social de energia elétrica — afirmou o senador.

Código de Defesa do Contribuinte

A CNI também apoia a criação do Código de Defesa do Contribuinte, medida que tramita no Senado há oito anos. O PLS 298/2011 Complementar, segundo a autora, senadora Kátia Abreu (PDT-TO), ameniza a vida do contribuinte diante da elevada quantidade de normas e exigências do sistema tributário nacional.

Entre outros pontos, o projeto torna obrigatório o reembolso dos impostos pagos indevidamente, com juros e atualização monetária, do mesmo modo que o Fisco faz quando o contribuinte é o devedor. E proíbe a adoção de meios coercitivos na cobrança extrajudicial de tributos, como interdição de estabelecimentos.

A CNI avalia que a proposta, que aguarda escolha de relator na CCJ, “vai eliminar distorções nas relações entre Fisco e contribuinte”. O setor industrial recomenda algumas alterações no texto, que chegou a ser aprovado pela Comissão Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) em 2013 e pela Comissão Assuntos Econômicos (CAE) em 2017, mas retornou para os que dois colegiados decidam sobre emendas apresentadas em Plenário. Entre as reivindicações dos empresários está a mudança na fiscalização, que segundo eles, deveria ter caráter mais orientador e menos punitivo.

Trabalho no exterior

Também incluído na pauta mínima da indústria, o PLS 138/2017, do ex-senador Armando Monteiro (PTB-PE), pode estar mais próximo de ter um desfecho no Senado. O projeto facilita a transferência ou contratação de brasileiros para missões ou trabalhos fora do país. O texto define que a legislação trabalhista aplicável a esses trabalhadores é a do local da prestação de serviços, como ocorre na maioria dos países, pelo chamado princípio da territorialidade.

Já aprovado na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), onde teve o relatório favorável do ex-senador Jorge Viana (AC), o projeto aguarda a decisão terminativa da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), depois do qual poderá seguir para a Câmara dos Deputados. O relator, Eduardo Gomes (MDB-TO), apresentou relatório favorável e manteve as emendas aprovadas na CRE, versão apoiada pela CNI. Ele considera que a proposta facilitará a vida dos brasileiros que querem trabalhar no exterior.

— A insegurança jurídica e a elevação dos custos diretos e indiretos envolvidos na contratação dificultam muito, senão vedam a possibilidade de contratação dos profissionais brasileiros no exterior — disse o senador.

Segurança no trabalho

Também na CAS está o PLS 539/2018, que estabelece novas regras para criação, atualização e revisão de normas regulamentadoras de segurança e saúde do trabalho. Entre outros pontos, o projeto apresentado pelo ex-senador Cássio Cunha Lima (PB) prevê a aplicação gradual de qualquer nova norma que tenha impacto econômico sobre a atividade produtiva. Também permite a adoção de soluções alternativas não previstas nas normas, desde que a proteção dos trabalhadores seja observada.

De acordo com a indústria, há um volume excessivo de normas regulamentadoras de saúde e segurança produzidas com premissas equivocadas sobre a relação entre empregados e empregadores e que impactam os custos e a produtividade.

Créditos tributários

Permitir a compensação entre créditos tributários e previdenciários é mais uma demanda da indústria apontada como urgente. A medida está prevista no PLS 405/2018, que reduz o acúmulo de créditos tributários por parte das empresas.

De acordo com a CNI, a Lei 13.670/2018 permitiu em tese a compensação de créditos tributários federais com débitos previdenciários, “entretanto, apesar de válida a intenção de evitar possíveis compensações indevidas, as vedações impostas fazem com que o mecanismo perca efetividade”.

O relator na CAE é o senador Angelo Coronel (PSD-BA), que trabalha no parecer. Mas Randolfe considera que o projeto ainda precisaria caminhar mais no Senado.

— Acho que nós temos que tramitar pelas comissões. Esse é um projeto que eu acho que precisaria passar ainda pela CCJ e pela Comissão de Serviços de Infraestrutura — avaliou Randolfe.

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Kopenhagen lança edição limitada do chocolate ruby

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Para celebrar a época mais doce do ano, a Kopenhagen, marca líder e precursora no segmento de chocolates finos no Brasil, aposta em um portfólio sofisticado e inovador com 51 produtos, sendo 16 lançamentos, com grande variedade de preço e combinações deliciosas de sabor. Atenta às novas tendências de mercado, a marca traz de maneira inovadora e com a cara da marca um ovo que está fazendo sucesso: o Ovo Essence Ruby. A novidade surpreendeu o mundo todo e acaba de chegar ao Brasil.

O Ruby é um novo tipo de chocolate, assim como o amargo, ao leite e o branco, mas com uma experiência de sabor diferente. Sua cor e sabor são naturais, sem qualquer adição de frutas ou corantes e o sabor não é amargo, nem doce, mas uma mistura de frescor e aroma frutado com a cremosidade do chocolate. O Ovo Essence Ruby traz combinação inusitada do novo chocolate ruby com chocolate amargo, nibs de cacau e amêndoas. Acompanha pérolas Ruby: gotas de chocolate amargo cobertas por chocolate Ruby.

Para traduzir toda a sofisticação da marca, a Kopenhagen também reformulou todas as suas embalagens e apostou em ondas douradas metalizadas para dar mais movimento e destaque aos produtos.

Conheça o portfólio completo no site www.kopenhagen.com.br .

SOBRE A KOPENHAGEN

Marca de luxo com 91 anos de história que se mostra ousada e inovadora. Esta é a Kopenhagen, líder e precursora no segmento de chocolates finos no Brasil que, desde 1928, está presente nos mais doces momentos dos fãs e apreciadores dos sabores únicos de seus produtos. A Kopenhagen demonstra ser a escolha certa na hora de presentear ou degustar clássicos como: Nhá Benta, Língua de Gato, Chumbinho, Lajotinha, Bala Leite ou Cherry Brandy. Hoje, a marca possui mais de 360 lojas, duas delas lojas-conceito, uma na cidade de São Paulo, na Rua Oscar Freire, e a outra no Rio de Janeiro, no Village Mall.

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A cada três horas, Paraíba registra um acidente de trabalho e ALPB vai debater problema

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A cada três horas, é registrado um acidente de trabalho na Paraíba e a cada 18 dias, uma pessoa morre em decorrência disso, segundo estudo do Observatório Digital de Saúde e Segurança, do Ministério Público do Trabalho e da Organização Internacional do Trabalho. Para debater esse problema, a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) vai realizar uma sessão especial em conjunto com a Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), no dia 24 deste mês na Casa Félix Araújo, na Rainha da Borborema.

A proposta é do deputado Tovar Correia Lima (PSDB) e do vereador João Dantas (PSD) e trata sobre o Abril Verde, que aborda a conscientização sobre a prevenção de acidentes em ambientes de trabalho. No Brasil a cada 48 segundos acontece um acidente de trabalho e a cada 3h38 um trabalhador perde a vida pela falta de uma cultura de prevenção à saúde e à segurança. O Ministério da Fazenda, por sua vez, pontua que, apenas entre 2012 e 2016, 3,5 milhões de casos de acidentes de trabalho foram registrados nos 26 estados do país e no Distrito Federal.

Para Tovar, o movimento Abril Verde é de grande relevância, por se tratar de uma iniciativa popular que tem como objetivo conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da segurança do trabalho. “Pretendemos discutir temas como problemas como a subnotificação das doenças, acidentes e mortes relacionados ao trabalho, além da reintegração no mercado de trabalho após o acidente”, destacou.

Dados – Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os acidentes graves acontecem com mais frequência com os trabalhadores de estruturas de alvenaria, trabalhadores da agropecuária em geral, operadores do comércio em lojas e mercados; trabalhadores nos serviços de coleta de resíduos, de limpeza e conservação de áreas públicas; e ajudantes de obras civis. As partes do corpo mais atingidas nos acidentes são as mãos (32,2%), os membros superiores (20,3%), os membros inferiores (20%), os pés (10,6%) e a cabeça (10,5%).

Abril Verde – O movimento Abril Verde foi motivado por duas datas importantes: a primeira refere-se ao dia 7 de abril, que é o Dia Mundial da Saúde; já a segunda, mais representativa, trata-se do Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho, lembrada em 28 de abril.  Esta última remete-se ao acontecimento trágico ocorrido em 1969, nos Estados Unidos, quando ocorreu uma explosão em uma mina de carvão, na cidade de Farmington, matando 78 trabalhadores.

Além disso, em 2003, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) instituiu a data como o Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho. Sobre a cor verde, sabe-se que está associada, tradicionalmente, a cursos da área de saúde e ao conceito de segurança do trabalho. Desta forma, o símbolo do Abril Verde é um laço verde.

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