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Negócios

Indústria adere ao gás canalizado fornecido pela PBGás e economiza quase 40% por mês

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A indústria Tees, fabricante das sandálias Kenner, começou há pouco mais de um mês a operar com gás natural canalizado e comemora uma economia de cerca de 40%. Após a decisão de concentrar a produção e montagem na Paraíba, a fábrica, localizada em Campina Grande, optou por converter suas caldeiras e equipamentos do refeitório ao gás natural canalizado em busca de economia e um processo mais limpo do ponto de vista ambiental.

Recentemente, a diretora presidente da PBGás, Tatiana Domiciano, e os diretores Paulo Campos e Giovane Rosa visitaram o novo cliente para acompanhar os primeiros resultados da mudança. Eles foram recebidos pelo gerente industrial da Tees, Paulo Ventura, e pelo gerente de manutenção, Paulo Henrique, que apresentaram a linha de produção e puderam atestar os bons resultados obtidos após a utilização do gás canalizado.

A presidente da PBGás, Tatiana Domiciano, avaliou como positiva a visita pela troca de experiência e a sinergia entre a PBGás e a empresa, no sentido de ampliar a utilização do gás natural para otimizar os resultados. “O gás natural oferece vantagens como o fornecimento contínuo, sem a necessidade de reabastecimento, e sua utilização possibilita uma economia considerável. A companhia está à disposição das indústrias que estiverem interessadas em melhorar seus processos com a utilização de um energético mais limpo e eficiente”, comentou.

O gerente industrial da fábrica, Paulo Ventura, avaliou que a decisão de aderir ao gás natural foi acertada pela economia e a praticidade do fornecimento contínuo. Ele destacou que a fábrica recentemente aumentou em 30% a sua produção na unidade com a concentração da fabricação das palmilhas e solados em Campina Grande, o que gerou mais 400 empregos. “Foi uma decisão acertada pela redução dos custos logísticos e os incentivos oferecidos pelo Governo da Paraíba. A nossa empresa tem 30 anos e tem uma visão de acompanhar os avanços tecnológicos e energético, assim como fizemos com a adesão ao gás canalizado”, obsservou.

O gerente de manutenção da Tess, Paulo Henrique Incerpi, já vê algumas vantagens na utilização do gás canalizado em relação ao GLP, como não precisar abastecer uma ou até duas vezes por semana e não haver risco de descontinuidade do serviço. “É uma preocupação a menos e que nos tem gerado uma economia considerável num momento estratégico para o sucesso do nosso negócio”, constatou.

A Tees produz as sandálias Kenner, que surgiu em 1988, inspiradas nas praias da Califórnia e lançadas no Rio de Janeiro, ganhando ao longo dos 30 anos espaço no mercado nacional. Atualmente, a fabricação e montagem do produto estão concentradas em Campina Grande, gerando 1.450 empregos diretos no Estado da Paraíba.

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Créditos de PIS e Cofins para o varejo podem gerar benefício indireto para agências de publicidade

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A varejista Ricardo Eletro conseguiu uma decisão administrativa inédita da Receita Federal que considerou como “essenciais” e “relevantes” as despesas com publicidade e propaganda para o comércio varejista. A decisão, que terá efeitos positivos diretos sobre o comércio varejista de uma forma geral, soa como música aos ouvidos de empresas de publicidade e veículos de comunicação. Segundo Ruy Dantas, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade na Paraíba (Abap PB), a decisão poderá beneficiar também agências, veículos e demais meios de divulgação, “em razão de um eventual aumento dos investimentos em publicidade, por parte dos varejistas que sejam favorecidos com a decisão”, explica.

A concessão do benefício será analisada, caso a caso, pois depende da essencialidade e relevância do insumo (publicidade) para cada empresa exclusivamente no segmento de varejo. Flávio Machado Galvão Pereira, relator do processo, ressaltou na decisão que as despesas com publicidade e propaganda “em um segmento altamente agressivo e competitivo como a que a impugnante atua, torna-se tão essencial, não só para a sua atividade, como a sua própria sobrevivência”.

Ainda cabe recurso para o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), mas, para Ruy, “uma decisão definitiva, muito possivelmente, demorará alguns anos, porque no quadro econômico-financeiro em que o Brasil se encontra, o Governo Federal não vai abrir mãos da arrecadação do PIS e Cofins, com facilidade. Vai recorrer até o fim. Mas já é um começo”.

Entenda o caso

A varejista foi autuada pelo fiscal por ter tomado créditos de PIS e Cofins sobre a aquisição de serviços de propaganda e publicidade, sem que existisse legislação específica sobre isso. No entanto, a 1ª Turma da Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento (DRJ) de Juiz de Fora anulou, por unanimidade, a autuação e decidiu restabelecer os créditos que haviam sido cancelados no auto de infração.

Os auditores levaram em consideração uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do início de 2018, que define que deve ser considerado insumo e, portanto, apto a gerar crédito, tudo o que for imprescindível para o desenvolvimento da atividade econômica.

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1° Encontro Geap com Autogestões visa o aperfeiçoamento dos serviços prestados aos beneficiários

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“Um momento de muito aprendizado, de trocar ideias e fazer benchmarking”, resumiu o Diretor-Executivo da Geap, Ricardo Marques Figueiredo, sobre o 1° Encontro Geap com Autogestões, realizado na última terça-feira, em Brasília (DF). Muito além disso, o Encontro reuniu representantes de operadoras de saúde promovendo o compartilhamento de conhecimentos e experiências que fortaleçam o mercado, aprimorando os serviços prestados aos beneficiários de todo o Brasil.

O evento foi idealizado pelo Conselho de Administração da Geap, em parceria com a Diretoria Executiva. A organização é do Diretor de Saúde, Luiz Sávio Salgado Brandão, e a realização é da Assessoria de Comunicação da autogestão que cuida da saúde de milhares de servidores públicos.

“Foi com muito prazer que a Geap realizou esse primeiro encontro com as autogestões. O nosso objetivo é fazer uma integração cada vez maior. Compartilhamos experiências pensando no bem dos nossos beneficiários e, obviamente, na redução de custos para cumprir a meta de sair da Direção Fiscal”, concluiu Luiz Sávio.

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Empresas envolvidas em crimes contra a administração pública não poderão concorrer à licitação

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Os deputados estaduais aprovaram, nesta quarta-feira (22), o projeto de Lei 117/2019, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), que proíbe que pessoas jurídicas envolvidas em ações criminais praticadas contra a administração pública, possam participar de processos licitatórios no âmbito do Estado da Paraíba. O projeto aguarda agora a sanção do governador.

“O Brasil tem sido alvo de investigações jamais vistas em momento anterior da sua história. Casos de corrupção têm sido comum na vida pública brasileira, infelizmente. Para tanto, este projeto tem o objetivo de suplementar a legislação federal com vistas a endurecer ainda mais, com sanções administrativas, os licitantes e contratados que forem envolvidos em práticas ilícitas contra a administração pública”, destacou o deputado.

Se tornada lei, a matéria irá fixar no âmbito do Estado da Paraíba normas suplementares nos procedimentos licitatórios para que as pessoas jurídicas de direito privado envolvidas em ações criminais confirmadas em órgão judicial colegiado, nos casos de crimes praticados contra a administração pública, sejam impedidas de participar de procedimento licitatório e/ou firmarem contratos com o governo estadual.

O projeto diz ainda que caberá aos órgãos da administração direta e indireta verificar se as empresas interessadas em participar dos procedimentos licitatórios do poder público possuem, em seus quadros societários, sócios com condenação de crimes praticados contra a administração pública em decisão confirmada em órgão judicial colegiado.

A proposta do deputado Eduardo Carneiro prevê ainda que as pessoas jurídicas de direito privado que tiverem implicadas na situação prevista no artigo anterior, poderão participar dos processos licitatórios estaduais, desde que esteja em programa de leniência, nos termos da Lei Federal 12.846/2013.

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