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Negócios

Inadimplência do consumidor cai 1,3% no acumulado em 12 meses

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A inadimplência do consumidor caiu 1,3% no acumulado em 12 meses (dezembro de 2017 até novembro de 2018 frente aos 12 meses antecedentes), de acordo com dados nacionais da Boa Vista. Na avaliação mensal com ajuste sazonal, novembro apresentou variação negativa de 1,1% frente a outubro. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador caiu 4,1%.

Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, ocorreu queda nas regiões Centro-Oeste (-3,2%), Norte (-3,9%), Nordeste (-0,5%) e Sudeste (-1,4%). Já na região Sul houve alta de 0,7%.

As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Passado o período mais intenso da crise econômica, o indicador demonstra sinais de que caminha para estabilização, após longo período de queda nos registros. Ainda assim, a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência está condicionada por uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho, diminuição dos juros e evolução da renda.

Metodologia

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em:
www.boavistaservicos.com.br/economia/registro-de-inadimplencia

SOBRE A BOA VISTA

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores.

Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

A Boa Vista é precursora do Cadastro Positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamentos, que deixa a análise de crédito mais justa e acessível.

Pioneira também em serviços ao consumidor, a Boa Vista responde por iniciativas que cooperam com a sustentabilidade econômica dos brasileiros, como a consulta do CPF com score, dicas de educação financeira e parcerias para negociação de dívidas. Tudo disponível de forma simples, rápida e segura no portal consumidorpositivo.com.br.

Atualmente é referência no apoio à tomada de decisão em todas as fases do ciclo de negócios: prospecção, aquisição, gestão de carteiras e recuperação.

Dados estão em toda parte. O que a Boa Vista faz é usar inteligência analítica para transformá-los em respostas e soluções às necessidades e desejos dos consumidores e empresas.

www.boavistascpc.com.br

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Negócios

AMB vai à Justiça para barrar proposta do MEC sobre revalidação de diplomas

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A Associação Médica Brasileira (AMB) vai recorrer à Justiça para barrar a proposta do Ministério da Educação (MEC) de flexibilizar a revalidação de diplomas de egressos de faculdades de medicina no exterior. O ministério disse que pretende incluir na portaria interministerial sobre o tema a permissão para que faculdades particulares se responsabilizem por parte do processo, o que vai criar um verdadeiro balcão de negócios, a exemplo do ocorrido nos últimos governos.

“A medida é ilegal, fere a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e não traz nenhum benefício ao processo, à medicina ou ao País. Pelo contrário, implica sérios riscos para a população. Quem lucra são apenas os donos de faculdades particulares”, avalia Diogo Leite Sampaio, vice-presidente da AMB.

A AMB se posicionou veementemente contra essa proposta no Grupo de Trabalho criado pelo MEC, mas foi ignorada. “Infelizmente, o GT foi usado para conferir uma pretensa legitimidade para uma proposta que já estava montada pelo MEC. Até mesmo a utilização do Revalida como pré-requisito para o processo de revalidação, consenso no GT, não está mais garantida”, ressalta o presidente da entidade, Lincoln Ferreira.
“O que estamos vendo é uma completa mercantilização daquilo que deveria ser um processo sério, ético e responsável para resguardar a segurança do atendimento à população. A pergunta é: a quem isso interessa e quem será beneficiado? O que podemos afirmar é que essa concessão às faculdades particulares é um desserviço e um risco à sociedade”, ressalta Diogo Leite Sampaio.

A entidade entende que o Exame Revalida deve ser pré-requisito para qualquer processo de revalidação de diplomas em medicina e que a autorização e todas as etapas do processo devem ser restritas às universidades públicas. Além disso, o Revalida deve atestar a capacidade técnica, as habilidades e atitudes necessárias para o exercício de uma medicina de qualidade e impedir a “burla” e o uso dos cursos de complementação como alternativa para obtenção de revalidação.

Farra legalizada

A AMB alerta, ainda, que a abertura para as escolas particulares revalidarem diplomas médicos é uma espécie de anistia aos problemas que já vêm ocorrendo. Recentemente, a AMB apresentou ao Grupo de Trabalho, à Secretaria de Educação Superior (SeSu) do MEC e ao Conselho Federal de Medicina (CFM) denúncias de irregularidades no processo de revalidação, que colocam em xeque a credibilidade do processo em todo o País e a qualidade da assistência dada à população.
“O MEC, entretanto, nada fez, senão tentar legalizar o que vem acontecendo. O ministério será responsabilizado pela omissão e consequente ampliação dos atos criminosos denunciados pela AMB, que certamente terão impacto significativo na saúde brasileira. O atual processo já não garante que os egressos do exterior realmente possuem os conhecimentos necessários para atuar como médico. Com as mudanças, isso fica ainda mais distante. Precisamos moralizar a revalidação e acabar com a verdadeira farra que está ocorrendo, que só traz benefícios aos malformados e ‘vendedores de facilidades’. Não é necessário inventar a roda, mas fazer o que o mundo inteiro já consagrou, de maneira correta e responsável”, destaca o vice-presidente da AMB.

Outro problema identificado pela AMB nas propostas do MEC é a distorção da complementação curricular. O recurso foi criado no passado para possibilitar que quem não teve oportunidade de estudar particularidades da medicina brasileira —como as doenças tropicais, por exemplo— também pudessem complementar a formação e revalidar o diploma. O que acontece hoje, entretanto, vai na contramão desse conceito.

“A complementação curricular não pode ser uma espécie de recuperação, uma segunda chance para que o candidato tenha o diploma revalidado. Isso acaba permitindo uma série de burlas e ‘atalhos’ para os diplomados no exterior que não conseguiram aprovação no Revalida”, explica Diogo Leite Sampaio.

O presidente da AMB finaliza: “Temos que desmistificar a ideia de que a revalidação de diplomas em medicina é uma penalidade a quem se formou no exterior. Não é! Assim como não é um mecanismo de reserva de mercado. No mundo inteiro, o processo é a garantia que o Estado dá ao cidadão de que os médicos que atuam nesses países, mesmo egressos de outras nações, possuem capacidade técnica, habilidades e atitudes necessárias para o exercício de uma medicina de qualidade. No Brasil, precisamos rever nossos processos para que isso seja realidade”.

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Procon-JP autua empresas sobre cobrança da taxa de conveniência na venda de ingressos on-line

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A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) está autuando as empresas que estão comercializando a venda de ingressos on-line cobrando taxa de conveniência e encarecendo o preço final do bilhete. O ingresso, se comprado através da internet, fica com o preço 10% mais caro, em média, em relação ao comprado de forma presencial nos pontos físicos de revenda.

O secretário Helton Renê explica que a cobrança da taxa de conveniência é ilegal. “No último mês de março, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que essa cobrança é ilegal e, como a sentença foi proferida em âmbito de uma ação coletiva de consumo, tem validade em todo território nacional”.

Baseado nesta decisão do STJ, o Procon-JP autuou também o teatro Pedra do Reino e a casa de shows Lovina, cuja cobrança da taxa são para apresentações em suas dependências. “A autuação ao Pedra do Reino e ao Lovina é devida à chamada responsabilidade solidária. Esses estabelecimentos também são responsáveis pela prática dessa irregularidade. O fato é que a cobrança não pode ocorrer e os responsáveis serão penalizados de acordo com a lei”, disse o secretário.

Venda casada – De acordo com a decisão do STJ, a taxa de conveniência não poderá ser cobrada dos consumidores e se configura como prática de venda casada. O titular do Procon-JP  explica que, além do que foi decidido pelo STJ, a venda casada é uma irregularidade prevista no Código de Defesa do Consumidor (CDC). “O STJ também garantiu que a transferência indevida do risco de atividade comercial do fornecedor ao consumidor não pode ser, já que o custo operacional da comercialização on-line é ônus de quem comercializa o serviço”.

Reclamações continuam – Segundo Helton Renê, as reclamações continuam a chegar ao Procon-JP sobre a cobrança da taxa de conveniência. “É claro que as pessoas vão reclamar se tiver que pagar por algo que não está consumindo. Quem insistir nessa cobrança indevida continuará a ser autuado e sofrerá as penalidades previstas na legislação, a exemplo da aplicação de multas e a suspensão temporária do serviço”.

Atendimentos do Procon-JP na Capital

Sede – segunda a sexta-feira: 8h às 14h na sede situada na Avenida D. Pedro I, nº 473, Tambiá
MP-Procon – segunda a sexta-feira: 8h às 17h na sede situada no Parque Solon de Lucena, Lagoa, nº 300, Centro
Uninassau: segunda a sexta-feira das 8h às 17h, no Núcleo de Práticas Jurídicas da Faculdade Uninassau, na av. Amazonas, 173, Bairro dos Estados
Telefones: 3214-3040, 3214-3042, 3214-3046, 2107-5925 (Uninassau) e  0800 083 2015
Instagram: @proconjp

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João Pessoa entre os 10 destinos mais procurados no primeiro semestre

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O buscador online de passagens aéreas Voopter apontou que João Pessoa foi o 10º destino brasileiro mais procurado pelos viajantes em consultas feitas no período de 1º de janeiro a 16 de julho deste ano. Os dados apontam ainda que São Paulo liderou o número de buscas para o Destino Paraíba, seguido pelo Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Goiânia. O menor ticket médio das passagens aéreas foi o de Brasília (R$ 683,62), enquanto que o mais caro foi o de Goiânia (R$ 864,59).

De acordo com a presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino, os dados do primeiro semestre indicam que as ações de capacitações de agentes de viagens e operadores de turismo, intensificadas desde o final de 2018 até a semana passada, estão tendo resultado bastante positivo. “Fizemos um trabalho muito forte junto aos profissionais de vendas das agências de viagens dessas cidades e temos que comemorar o resultado”, disse Avelino.

Os números do buscador Voopter refletem os dados apurados pela Diretoria de Economia e Fomentos da PBTur, referente ao período de janeiro e junho deste ano, comparados com o mesmo período de 2018. O estado de São Paulo foi o maior emissor de turistas para a Paraíba, com um crescimento de 13,82%. Porém, Paraná, com 18,20% e Rio Grande do Sul, com 10,76%, foram os estados que registraram maior crescimento no envio de turistas para a capital paraibana no período.

Ruth Avelino enfatiza que os dados devem ser ainda melhores nos próximos meses, tendo em vista o trabalho realizado a partir de março até julho deste ano nas principais operadoras de turismo do país, a exemplo da CVC, Visual e FRT. As ações da PBTur, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, seccional Paraíba (ABIH-PB), Fecomércio e hoteleiros, passaram por estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiânia, entre outros.

Outro ponto que pode estar diretamente relacionado ao crescimento do número de consultas de passagens para João Pessoa são as ações de incentivo às mídias espontâneas, com a publicação de diversas reportagens sobre os roteiros pela Paraíba, produzidas por jornalistas que estiveram no estado a convite da PBTur. “Tivemos reportagens excelentes nos principais veículos de comunicação, como a Folha de São Paulo, UOL, O Globo, além de diversos sites especializados na área”, indica Avelino.

Turistas em João Pessoa – Janeiro a julho (2018/2019)

Paraná                                   18,20%

Rio Grande do Norte             14,28%

São Paulo                              13,82%

Rio Grande do Sul                 10,76%

Rio de Janeiro                        6,03%

Fonte: PBTur

Ações da PBTur – Maio e julho/2019

Workshop B2B FRT            Gramado (RS)

WTM Latin America            São Paulo (SP)

Roadshow CVC                  Rio e Juiz de Fora (MG)

Workshop Visual                 Belo Horizonte (MG)

Workshop Abreu                 Brasília (DF) e Goiânia (GO)

Festival de Foz                    Foz do Iguaçu

Roadshow Abreu                 São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto

Roadshow CVC Minas        Belo Horizonte, Divinópolis (MG)

Fonte: PBTur

Ticket médio passagens aéreas para João Pessoa

Guarulhos (SP)         R$ 721,81

Congonhas (SP)        R$ 704,65

Galeão (RJ)               R$ 778,19

Santos Dumont (RJ) R$ 839,17

Brasília (DF)             R$ 683,62

Porto Alegre (RS)     R$ 843,03

Goiânia (GO)            R$ 864,59

Fonte: Voopter

Ranking dos mais buscados (Primeiro semestre/2019)

1. São Paulo(SP)

2. Rio de Janeiro (RJ)

3. Recife (PE)

4. Salvador (BA)

5. Fortaleza (CE)

6. Brasília (DF)

7. Porto Alegre (RS)

8. Natal (RN)

9. Maceió (AL)

10. João Pessoa (PB)

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