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Paraíba

Uma mulher registra agressão a cada dois minutos no Brasil

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A cada dois minutos, uma mulher registra agressão sob a Lei Maria da Penha. Dados do 12º Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que em 2017 foram registrados 221.238 casos de lesão corporal dolosa enquadrados nessa legislação, o que representa uma média de 606 casos por dia em todo o País. Os dados foram destacados pela deputada estadual Camila Toscano, nesta quinta-feira (6), Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Ela defendeu mais agilidade para punição dos agressores e proteção para mais eficaz para as vítimas.

A parlamentar informou que em 2017, a Justiça da Paraíba concedeu 6,3 medidas protetivas para cada mil mulheres, sendo o terceiro estado do país com maior índice de concessão de medidas para proteger mulheres vítimas de violência doméstica. Os números fazem parte de um levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Os dados são alarmante e mostram que não estamos conseguindo mudar a nossa realidade e proteger as nossas mulheres. Par se ter ideia, temos 13 mortes violentas de mulheres por dia, 4.829 sentenças por feminicídio em 2017 e o que mais assusta 66% dos feminicídios acontecem na casa da vítima. O que precisamos é educar melhor as futuras gerações e punir agressores de forma mais severa”, disse Camila.

Para a deputada, a Lei Maria da Penha foi um avanço fui grande para o Brasil, pois criou mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher. “Agora, a nossa polícia e a nossa justiça devem se preparar melhor para garantir segurança, proteger as vítimas e punir com mais rigor e agilidade os agressores”, defendeu.

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Paraíba

Operação Calvário: Ao GAECO, Livânia Farias teria entregue esquema envolvendo duas parlamentares

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Fontes ligadas ao RádioBlog informam que em depoimento ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), a ex-secretária Livânia Farias teria entregue esquema envolvendo ao menos duas parlamentares estaduais. Livânia Farias se encontra presa no destacamento policial em Cabedelo, desde 16 de março.

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Das parlamentes que teriam sido entregues por Livânia ao Gaeco, uma há vários dias já não comparece às sessões na Assembleia Legislativa, tendo a ausência sido notada e comentada nos corredores da Casa. Outra, não deixou plenário, mas faz ameaças de processo contra quem ousar associar seu nome à operação que revelou o maior esquema de corrupção já visto no Estado da Paraíba.

Ainda segundo informações da fonte, o “Big Boss” do esquema criminoso na Paraíba também teria sido entregue pela ex-aliada. “O sonho de gestor municipal poderá ser permutado por líder de cela”, disse a fonte.

Presa há quase 40 dias, Livânia Farias teria iniciado o processo de colaboração com as investigações e pode ganhar liberdade monitorada nos próximos dias.

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Paraíba

Calvário: “É muito bom ver nossa justiça funcionando, mostra que ninguém está acima da lei”

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Procurada pelo RádioBlog para comentar os desdobramentos da Operação Calvário e a prisão da ex-secretária Livânia Farias, que na última semana completou 30 dias atrás das grades, a deputada estadual Camila Toscano (PSBD) disse que “é muito bom ver a nossa justiça funcionando, o que mostra que ninguém está acima da lei, que ninguém é melhor do que ninguém”.

Segundo a deputada, a lei está sendo cumprida. “Aqui na Assembleia nós continuamos o trabalho, a oposição e a situação trabalhando em prol da Paraíba, mas é inevitável que um, ou outro, toque nessa questão da Calvário”, disse. “Não estou aqui comemorando a prisão de ninguém, mas estou comemorando a justiça funcionando”, completou.

Camila Toscano disse ainda esperar que a Operação Calvário continue e que possa desvendar todo o esquema de corrupção montado na Paraíba.

Confira o áudio:

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Paraíba

Assembleia realiza sessão especial para discutir PCCR de professores da rede estadual

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realiza, nesta segunda-feira (22), sessão especial para discutir o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos professores da rede estadual de ensino. A propositura foi apresentada pelo deputado estadual Eduardo Carneiro (PRTB) após reunião com a diretoria da Associação dos Professores de Licenciatura Plena da Paraíba (APLP).

A sessão especial acontecerá a partir das 13h30, no plenário José Mariz, e contará com a participação de professores e profissionais em educação de todo o estado.

Eduardo lamentou o tratamento dispensado pelo Governo do Estado aos professores e criticou os baixos salários pagos ao magistério estadual. Segundo ele, é inadmissível que uma classe tão importante para a formação do ser humano seja desvalorizada dessa forma. “Estamos sensíveis ao pleito dos professores e cobrando uma solução dessa situação rápida ao Governo do Estado, que vem mal tratando não só os educadores, mas outras classes de servidores também”, destacou.

Atualmente, um professor polivalente, nível I, tem um vencimento em torno de R$ 1,9 mil. Já um docente com doutorado, nível I, recebe algo em torno de R$ 2,8 mil, valores bem abaixo dos pagos em outros estados brasileiros.

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