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Paraíba

Disputa pela presidência da Assembleia Legislativa já tem 10 nomes

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Quatro dos 10 deputados estaduais que pretendem disputar a presidência da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) na próxima legislatura aproveitaram a sessão dessa terça-feira (9) da Casa para anunciar a candidatura. Branco Mendes (Podemos), Tião Gomes (Avante), Ricardo Barbosa (PSB) e Estela Bezerra (PSB) já caíram em campo para conquistar o apoio dos colegas.

Adriano Galdino (PSB), Buba Germano (PSB), Hervázio Bezerra (PSB), Genival Matias (Avante), Jeová Campos (PSB) e Cida Ramos (PSB) também são cotados para o cargo, informa reportagem do Correio da Paraíba.

Branco Mendes disse que já começou a conversar com os deputados sobre sua pretensão na disputa pela presidência, destacando a experiência adquirida depois de ter passado pela secretaria e Comissões da Casa. “Eu tenho a experiência de já ter sido primeiro secretário da Mesa, estou na segunda Secretaria, conheço os trâmites de como funciona o Poder Legislativo e meu nome vai estar sempre à disposição para que possamos, daqui pra frente, formar um diálogo entre os 36 parlamentares”, disse.

O deputado Tião Gomes disse que a disposição do seu nome para a disputa se deve a um desejo do partido que conseguiu garantir a segunda maior bancada na próxima legislatura, com quatro deputados.

“Sou briguento, nunca fiquei em cima do muro, mas nunca envergonhei o Poder Legislativo. Tenho merecimento. Nada mais justo do que ser coroado pelo meu trabalho na Assembleia”, destacou, lembrando do ex-deputado José Lacerda Neto. “Quero ser igual a ele com muitos mandatos, mas diferente em um aspecto: quero ser presidente desta Casa”.

Ricardo Barbosa disse que, antes de qualquer coisa, conversará com o governador Ricardo Coutinho (PSB), com o governador eleito, João Azevêdo (PSB) e com o atual presidente da Casa, Gervásio Maia (PSB) sobre a eleição para a composição da Mesa.

“Seria um motivo de muito contentamento e realização pessoal. Para ser candidato é preciso que você transite bem, tenha essa relação boa com o Poder Executivo, com o novo governador e com o Legislativo, porque na eleição da Mesa os votos são dos deputados”, afirmou Barbosa.

Candidatos se anteciparam

O deputado Adriano Galdino (PSB), que já foi presidente da Assembleia, também chegou a falar sobre a pretensão de concorrer novamente. Segundo ele, a construção da nova Mesa Diretora da Assembleia deve ser feita em consenso.

“Acho que todos os 36 deputados eleitos sonham em ser presidente. Mas isso é uma construção que não depende de mim. Passa, obviamente, não só pelo governador Ricardo, como também pelo governador eleito, os deputados da base do governo e dos demais deputados da Casa”, frisou.

Ainda no domingo, a deputada eleita mais bem votada, Cida Ramos (PSB), já havia anunciado o interesse na disputa. Ela teve 50.048 votos. Questionada sobre a possibilidade de disputar um cargo na Mesa Diretora da ALPB, Cida afirmou que a quantidade de votos que ela teve a credencia a disputar a vaga.

“Eu acho que estou chegando agora, mas essa votação me credencia a compor a mesa da Assembleia. Sempre disse a João e a Ricardo, sempre coloquei nas minhas falas que o povo da Paraíba daria um presente a Ricardo e o presente que o povo deu foi a continuação do trabalho dele”, destacou Cida.

O deputado Jeová Campos também se colocou a disposição do seu partido, o PSB, para se candidatar a presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) no biênio 2018/2020. O socialista obteve 31.017 votos. Jeová afirmou que o PSB é a maior bancada e precisa ter o presidente da ALPB.

“Seria um prazer comandar aquela casa. Muita coisa passa pelos nossos comandantes, o governador eleito e o atual Ricardo Coutinho. Estou preparado para ser o presidente se entenderem assim,” disse.

Oposição quer espaços

Os integrantes da bancada de oposição para próxima legislatura na Assembleia Legislativa devem se unir em torno da eleição da nova Mesa Diretora.

A deputada Camila Toscano (PSDB) destacou que os oposicionistas devem se unir em busca do fortalecimento no Parlamento e para eleição na próxima legislatura.

Camila defendeu que a oposição precisa ter representação na Mesa. Ela lembra que há novos deputados e ‘bons nomes’ que serão importantes para o pleito na Casa. “Vamos fazer como fizemos nesses quatro anos: mostrar o que está errado na Paraíba, mas de forma responsável, sem fazer politicagem”, argumentou a parlamentar.

Apesar das propostas para união, Camilla acredita que é cedo para discutir liderança da oposição no próximo biênio. Segundo ela, ainda é necessário ‘digerir’ a eleição e a entrada e saída de colegas deputados. As decisões devem acontecer no próximo ano, quando se aproximar o momento da posse dos novos deputados.

Para o deputado Tovar Correia Lima (PSDB), ainda é cedo para falar em eleição da Mesa já que a posse para a nova legislatura só acontece em fevereiro de 2019.

“Ainda faltam quatro meses para que se aconteça essa votação. Então acho precipitado, na primeira sessão legislativa depois da eleição essa discussão de quem será o presidente. Mas não deixa de ser importante com a discussão para que possamos encontrar um caminho e um norte para o nome do novo presidente já que o atual foi eleito para um mandato de deputado federal. E aí vamos discutir mais pra frente com os postulantes para se encontrar o melhor caminho para a Assembleia Legislativa”, disse.

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Brasil

União cobra R$ 65 milhões de novos senadores

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Pelo menos 12 dos 54 senadores eleitos ou reeleitos devem, juntos, cerca de R$ 65 milhões à União. Segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) levantados pelo Jornal Estado de São Paulo (Estadão), os parlamentares estão inscritos na dívida ativa por pendências previdenciárias e outros tipos de tributo não pagos. O levantamento inclui dívidas vinculadas ao CPF dos eleitos e ao CNPJ de empresas das quais aparecem como sócios.

Só foram considerados os 54 senadores que saíram vitoriosos das urnas neste ano, quando os eleitores escolheram dois representantes por Estado. Eles se juntarão aos outros 27 parlamentares que já estão na Casa desde 2014, ano em que cada unidade da Federação elegeu um senador.

Além de dívidas com a União, alguns dos novos senadores também são alvo de ações na Justiça do Trabalho.Os processos são referentes, na maioria das vezes, a ex-empregados que alegam falta de pagamento de verbas de rescisão ou depósitos previdenciários por empresas em que os senadores têm participação societária. Veneziano, senador eleito pelo PSB da Paraíba, por exemplo, é réu em processo no Tribunal Regional do Trabalho da 13.ª Região, na Paraíba, de quando era prefeito de Campina Grande, em 2007.

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Brasil

Jair Bolsonaro condena mentiras e diz que não privatizará Hospitais Universitários

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O candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, rebateu em entrevista ao Correio Debate, da 98,3 FM, as acusações de adversários políticos de que em um eventual governo seu, vá privatizar hospitais universitários e acabar com o programa Bolsa Família. O presidenciável garantiu que tudo isso faz parte do jogo de mentiras criadas pelo PT.

Ele afirmou que é a favor da privatização de outras estatais, mas garante que, caso chegue à Presidência, os hospitais universitários, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Petrobras e outras estatais não serão privatizadas. Além disso, afirmou que vai ampliar o Bolsa Família, com a implantação do 13º salário para os beneficiários do programa, cujos recursos serão assegurados com o que será economizado nos desvios em casos de corrupção, destaca reportagem do Correio da Paraíba.

“A questão dos Hospitais Universitários é mais um ato de terrorismo praticado pelo PT, dizem que eu quero acabar com o Bolsa Família e o décimo terceiro, é mentira o tempo todo. O PT sem mentir não existe. Eles mudaram até as cores, não tem mais a cor vermelha, é verde e amarelo, tiraram a fotografia do Lula da página principal”, comentou.

De acordo com as acusações que estão sendo feitas pela oposição, pode ser classificada como uma onda de terror “junto às pessoas mais humildes”, por parte do PT, que segundo ele, precisa ganhar mais confiança, para assim ganhar mais votos. “Eu quero é paz, tranquilidade, empregos, abrir a economia, jogar pesado na segurança”, afirmou.

Estando a menos de duas semanas para o segundo turno, Bolsonaro disse que está sendo constantemente desafiado para debate pelo candidato do PT. “Estou me recuperando de um problema grave. Haddad quando era prefeito de São Paulo, ficou uma semana afastado por causa de uma rinite”, comentou.

Armamento

Sobre a proposta de armamento da população, ele acredita que é uma das saídas para o problema de segurança pública. “Quero o direito à posse não ao porte, é diferente”, explicou.

Bolsonaro disse que, nos últimos dias, o candidato derrotado no primeiro turno, Guilherme Boulos do Psol, teria ameaçado invadir a sua casa, dizendo que não parece muito produtiva. Ele se refere a uma declaração de Boulos em um ato público na última quarta-feira. “E agora qual deve ser o comportamento se um bando quer invadir a sua casa, se quiser fazer maldade com a nossa esposa e nossos filhos? Por isso eu quero dar a posse para que o cidadão de bem possa garantir que ninguém entre na sua casa”, argumentou.

Congresso no governo. Ao ser questionado sobre o papel do Congresso no seu governo, Bolsonaro criticou o apoio do PT à Venezuela e disse que “apagaram no site oficial o apoio” ao governo venezuelano e que “eles vivem frequentando Cuba e tem um amor por Fidel Castro e Raul Castro”.

Jair garante que seguirá a Constituição, e ainda disse que “militar é escravo da Constituição. Se não concordamos com alguma coisa, vamos apresentar uma proposta de emenda e resolver”, como no caso da proposta de redução da maioridade penal.

Críticas ao PT

Bolsonaro também criticou duramente a corrupção no PT. “Nunca, o Brasil, o mundo viu uma corrupção dessa magnitude. O PT comprou voto de parlamentares para aprovar seu projeto, e depois não contente, mesmo descoberto, entrou em uma outra grande corrupção chamada Petrolão”, comentou, afirmando que o PT diz respeitar a democracia, mas apoia o Governo da Venezuela.

Outro ponto contestado pelo candidato foi a “ideologia de gênero” nas escolas. “Escola é lugar da criança ser respeitada e aprender algo para o futuro, e não ficar ensinando sexo para a garotada”, declarou.

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Negócios

Energisa lança cordel, com versão em braile, em comemoração aos 15 anos da Usina Cultural

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A noite de ontem, 16, foi de celebração na Usina Cultural Energisa. Em mais uma comemoração dos 15 anos do espaço, a empresa lançou um cordel sobre a história da Usina, com versão em braile. “Esse cordel comprova o quanto a arte é inclusiva. A literatura de folheto conta histórias com começo, meio e fim e a Usina Cultural é um lugar efervescente, gostoso de ocupar”, disse Marco di Aurélio, autor do cordel.

Alunos de oficinas do Instituto dos Cegos da Paraíba foram convidados para participar da cerimônia e fizeram uma apresentação musical. A programação incluiu a assinatura de um termo de doação de exemplares do cordel em braile para a instituição. A noite foi conduzida pelo repentista Oliveira de Panelas.

“Essa iniciativa valoriza o sistema em braile e incentiva a leitura. Com as mídias digitais e redes sociais, que os deficientes visuais têm acesso por meio de tradutores com áudio, o interesse deles pela leitura vem diminuindo”, ponderou o professor de música do Instituto do Cegos, Marco Lima.

Já o presidente da Energisa, André Theobald, destacou a satisfação de que a Usina cumpra seu propósito: ser acessível a todos e dar oportunidade à todas expressões artísticas. “Há um ano lançamos a conta de energia em braile e não podíamos parar nisso. Esse cordel ‘Usina Cultural 15 anos’ une a cultura nordestina e os deficientes visuais. Acreditamos que a cultura transforma pessoas, negócios, relações e a sociedade. É isso que queremos promover”, afirmou.

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