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Alexa – Noções básicas de SEO: os 8 principais erros que os novatos cometem

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ALEXA – Erros de SEO podem ser fáceis de fazer, especialmente quando você está apenas começando – seja como um novo SEO, ou como um negócio incipiente.

Por estar ciente das armadilhas específicas que as novas empresas e estreantes de SEO podem ter ao tentar otimizar seu site e seu conteúdo, você pode evitar os erros e descuidos mais comuns, implementar as melhores práticas e acelerar o sucesso da sua visibilidade de pesquisa, destaca publicação da Search Engine Watch.

Aqui estão oito erros que você deve evitar:

1) Não iniciar o SEO mais cedo

As empresas podem (e muitas vezes fazem) investir anos criando conteúdo atraente que é exatamente o que o público-alvo está procurando. No entanto, mesmo o melhor conteúdo não será muito útil se o público-alvo não conseguir encontrá-lo ou não souber que ele existe.

Engajar-se em SEO para garantir que o conteúdo seja visível e proeminente – não está embaixo de outros resultados de pesquisa – pode ser tão importante para o sucesso quanto o próprio conteúdo. As empresas menores, em particular, tendem a priorizar a criação de conteúdo sobre a estratégia de SEO, mas as duas realmente precisam andar de mãos dadas. A melhor época para começar o SEO é mais cedo do que muitas empresas pensam.

2) Não escolher palavras-chave de baixa concorrência

Websites emergentes provavelmente não terão tração suficiente para obter rankings de busca elevados em termos competitivos. Espere que isso permaneça verdadeiro por algum tempo, mesmo seguindo todas as melhores práticas do livro; Começar em qualquer novo empreendimento significa trabalhar o seu caminho, e isso certamente soa verdadeiro para SEO.

Infelizmente, muitas novas empresas cometem o erro de se concentrar exclusivamente em palavras-chave de alta concorrência fora do portão e não conseguem alcançar resultados, na medida em que eles se classificam em resultados.

Uma estratégia melhor é começar encontrando e focando em palavras-chave de baixa concorrência . Fazê-lo torna mais viável subir os rankings e aumentar o tráfego e a reputação do site. Isso, por sua vez e com pouco tempo, ajudará a aumentar o sucesso das palavras-chave mais competitivas.

3) Não entender o público e sua intenção de pesquisa

Há um equívoco que o sucesso de SEO é sobre enganar os algoritmos. Na realidade, a melhor prática de SEO mais importante é criar conteúdo que seja atraente para o seu público.

Qualquer tática que atenda às necessidades dos mecanismos de busca deve ficar em segundo lugar – e, em muitos casos, as práticas que satisfazem os buscadores e os mecanismos de pesquisa são as mesmas. A chave é entender a intenção de pesquisa do seu público : o que as pessoas estão tentando realizar quando pesquisam em determinados termos? Eles podem querer informações, ou encontrar ou comprar algo específico.

Quando o conteúdo das suas páginas da Web cumpre essa intenção de pesquisa, tanto o público quanto os mecanismos de pesquisa recompensarão seu site. O que é bom para o público é quase sempre o que é bom para os algoritmos.

4) Segmentação de termos de pesquisa gerais em vez da cauda longa

Os iniciantes em SEO podem acreditar que o foco em termos de pesquisa ampla e básica é o lugar natural para começar. Por outro lado, termos de cauda longa mais específicos e detalhados geralmente se revelam muito mais vantajosos.

Quando alguém insere um termo amplo em seu mecanismo de busca de escolha, algumas suposições podem ser feitas.

Primeiro, eles provavelmente estão no início do processo de aprender sobre um assunto sobre o qual eles ainda não têm muito conhecimento. Dois, mesmo que os termos estejam claramente relacionados a um produto ou serviço específico, esses usuários muitas vezes ainda não estão prontos para fazer uma compra.

Além disso, termos de pesquisa ampla geralmente são palavras-chave de alta concorrência, conforme discutido acima. As páginas de resultados de mecanismos de pesquisa para termos gerais também tendem a ter mais anúncios na parte superior, reduzindo as listagens orgânicas (geralmente tornando-as menos valiosas como conseqüência).

5) Esquecendo os detalhes da página da Web “sob o capô”

Para muitos iniciantes em SEO, pode ser muito fácil esquecer os detalhes de aprimoramento de SEO que devem ser adicionados a todas as páginas da Web em seu site – títulos de páginas, meta descrições, nomes de arquivos de imagem e texto alternativo, URLs etc. porque eles não são visíveis na superfície do seu conteúdo.

No entanto, esses elementos são essenciais para modelar como os mecanismos de pesquisa – e, portanto, o público que você está procurando – visualizam suas páginas. A tag de título, slug (URL da página) e meta descrição para uma página da Web controlam o texto que é exibido em uma página de resultados do mecanismo de pesquisa e quando compartilhado na mídia social.

Embora invisível nas próprias páginas, este texto serve como um tipo de anúncio para o seu site onde ele aparece. Os iniciantes em SEO também não devem ser tímidos com testes contínuos para determinar qual texto produz as melhores taxas de cliques.

6) Pensar que o preenchimento de palavras-chave ajudará
Recheio de palavras-chave é a prática de usar tantas palavras-chave quanto possível em uma página para ganhar favor com os motores de busca. O resultado é um conteúdo inadequado que cria uma experiência ruim para o usuário.

Embora muitos iniciantes achem que o recheio de palavras-chave será um atalho para o ranking, os mecanismos de pesquisa desaprovam essa prática. Os algoritmos são espertos demais para serem enganados por palavras-chave, e os mecanismos de busca estão cada vez mais encontrando e penalizando sites que tentam fazê-lo.

Mais uma vez, a produção de conteúdo que legitimamente satisfaz a intenção de pesquisa de uma audiência é a melhor e mais bem sucedida técnica de SEO.

7) Esquecendo de construir links internos

Uma vez que você tenha conseguido trazer alguém para o seu site, você quer mantê-lo lá – tanto para SEO quanto, é claro, para seus propósitos comerciais. Ofereça ao seu público fácil acesso a outras partes do conteúdo que fluem logicamente da página em que estão.

8) Não medir resultados

Por fim, os recém-chegados de SEO têm maior probabilidade de implementar novas práticas sem rastrear corretamente os resultados para informar se são eficazes ou não. O SEO é um empreendimento altamente orientado a dados, e as ferramentas de análise para acompanhar o sucesso de SEO estão prontamente disponíveis e precisam ser usadas desde o início.

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Agora é Lei: Empresa ‘ficha suja’ está proibida de participar de licitações na Paraíba

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A Lei 11.365/2019, de autoria do deputado Eduardo Carneiro (PRTB), publicada nesta quarta-feira (19) no Diário Oficial do Estado, proíbe que pessoas jurídicas envolvidas em ações criminais praticadas contra a administração pública, possam participar de processos licitatórios no Estado da Paraíba.

Segundo Eduardo Carneiro, o Brasil tem sido alvo de investigações jamais vistas em momento anterior da sua história. Casos de corrupção têm sido comum na vida pública brasileira e a Lei tem o objetivo de suplementar a legislação federal com vistas a endurecer ainda mais, com sanções administrativas, aqueles que forem envolvidos em práticas ilícitas contra a administração pública.

“Precisamos ‘fechar o cerco’ contra a corrupção e criar mecanismos que possam impedir os praticantes de crimes dessa natureza de permanecerem atuando na administração pública. Esse é um mal que precisa ser cortado pela raiz. Não pode mais haver espaço nas gestões para corruptos. Ou a gente protege o erário com leis rígidas ou nada avança ”, comentou.

Eduardo lembrou que esse mesmo princípio foi adotado no Projeto de Lei 53/2019,  que impede a contratação de pessoas condenadas na lei de Ficha Limpa de serem contratadas para cargos no primeiro e no segundo escalão no Governo do Estado. “Este projeto foi vetado pelo governador. A lógica é a mesma. Agora esperamos a revogação desse veto”, lembrou.

Contratos – De acordo com Eduardo Carneiro, a Lei  11.365/2019, impede ainda que as empresas condenadas em crimes contra a administração pública, sejam impedidas de também firmarem contratos de qualquer ordem com o governo estadual.

A nova lei prevê que caberá aos órgãos da administração direta e indireta verificar se as empresas interessadas em participar dos procedimentos licitatórios do poder público possuem, em seus quadros societários, sócios com condenação de crimes praticados contra a administração pública em decisão confirmada em órgão judicial colegiado.

 

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Mandado de Segurança garante contratação de escritório via inexigibilidade de licitação

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O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) considerou, por meio de voto do desembargador Leandro dos Santos, ao Mandado de Segurança 0001842-31.2017.815.0000, regular a contratação de advogado por inexigibilidade de licitação pelo Município de São Miguel de Taipú. A decisão afastou ato do Presidente da Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), que havia determinado a suspensão do pagamento de honorários advocatícios por meio de cautelar.

O escritório Paraguay Ribeiro Coutinho Advogados Associados, Sociedade de Advogados, impetrou um Mandado de Segurança junto ao TJPB para recorrer da decisão da Primeira Câmara do TCE, que havia acatado o entendimento do relator, o conselheiro substituto Renato Sérgio, para suspender o contrato celebrado entre o escritório e a Prefeitura de São Miguel de Taipú.

Porém, no voto, o desembargador Leandro dos Santos disse, observando o teor do Mandado de Segurança, “que fica evidente que não se exige, na espécie, que o escritório que apresentou a ação seja o único prestador possível dos serviços advocatícios. Simplesmente, não é essa a exigência que a Lei de Licitações faz” Para ele, o fundamento para a inexigibilidade de licitação utilizado neste caso específico, é o constante no artigo 25, II, da Lei de Licitações.

“Os pressupostos legais, para a inexigibilidade no caso, são dois: singularidade objetiva do objetivo a ser contratado e especialmente subjetiva da pessoa contratada; e a não singularidade subjetiva, ou seja, haver somente um escritório de advocacia habilitado na matéria. Insistir nesse ponto é francamente posicionar-se contra o texto expresso de lei”, atestou o desembargador no voto.

Com base nos argumentos, o desembargador concordou com o voto do relator que demonstra a presença de diversos precedentes judiciais em favor da tese defendida pelo escritório que impetrou a ação, isto é, corroborando a estrita legalidade da contratação via inexigibilidade de licitação de serviços advocatícios singular por sociedade.

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Assembleia aprova projeto que proíbe a cobrança da taxa de religação da água

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O consumidor paraibano obteve uma notícia que agrada o seu bolso. Foi aprovado na manhã desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que versa sobre a proibição da cobrança da taxa de religação dos serviços de abastecimento de água e esgoto sanitário em caso de suspensão (o corte). O dispositivo é direcionado à população de baixa renda, e foi apresentado pelo deputado estadual Felipe Leitão (DEM).

Por ampla maioria de votos, o projeto foi aprovado, explicando Felipe Leitão que “não está se criando nenhuma despesa, nem onerando o Estado. Aqui é um projeto de lei, e quem me conhece sabe disso; é para aqueles que mais precisam”, discorreu o parlamentar na tribuna da Casa de Epitácio Pessoa.

Felipe Leitão lembrou o constrangimento e as dificuldades quando a água é cortada por falta de pagamento, observando que a taxa de religação “é matar quem já está morto”. Ele salientou que o consumidor, ao ficar inadimplente, e não conseguir pagar o débito por não ter recursos, ao normalizar sua situação na Companhia de Água e Esgoto (Cagepa), ainda tem que arcar com a taxa de religação.

“Depois que ele (o consumidor) obtiver o dinheiro, ou através de um empréstimo, ou fez um ‘bico’ e conseguiu pagar e religar a sua água, ainda é penalizado com a taxa de religação que custa seis vezes mais do que a tarifa social, pois esse projeto é só para aqueles que pagam a tarifa social; aqueles que realmente mais precisam. Então eu acho uma injustiça, e nós estamos reparando, nós estamos corrigindo essa distorção que há hoje por parte da Cagepa com os consumidores de baixa renda”, justificou Felipe Leitão.

O deputado ainda observou que praticamente não haverá impacto orçamentário na arrecadação da Cagepa, pois o projeto visa tão somente os consumidores de baixa renda. Na sua fala, Leitão pediu o apoio dos colegas para a aprovação da matéria, o que de fato ocorreu, obtendo o apoio, inclusive, do bloco de oposição.

Agora o Projeto de Lei 127/2019 segue para aprovação ou veto  do governador João Azevedo. “O projeto está bem embasado juridicamente, tem papel social, por isso estou confiante que o governador João Azevedo, homem sensível com as causas do povo, sancione o projeto”, observou Leitão.

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