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Cliente denuncia compra de sanduíche com larvas no Burguer King; assista

Você vai a um restaurante fast-food e pede um hambúrguer. Quando o produto chega, na primeira mordida você percebe que ele está cheio de larvas. Imagine esta cena nada agradável. Essa é a denúncia de um cliente que foi comer um sanduíche em uma loja do Burger King, na 706/707 Norte, segundo reportagem de Philipe […]

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Você vai a um restaurante fast-food e pede um hambúrguer. Quando o produto chega, na primeira mordida você percebe que ele está cheio de larvas. Imagine esta cena nada agradável. Essa é a denúncia de um cliente que foi comer um sanduíche em uma loja do Burger King, na 706/707 Norte, segundo reportagem de Philipe Santos, do Correio Braziliense.

Desde a última segunda-feira (29/1), o vídeo circula nas redes sociais. A assessoria de imprensa da rede de fast-food disse que está investigando o caso. “A franquia informa que exige o mais alto grau de qualidade e conformidade de seus produtos, passando por frequentes auditorias internacionais para garantir os mais altos padrões de qualidade”, diz a nota.

Eles informaram, ainda, que, nesta terça-feira (30/1), a Vigilância Sanitária do Distrito Federal realizou inspeção na unidade -após denúncia anônima-, e o laudo certificou que o restaurante está adequado a condições higiênico-sanitárias, atendendo à legislação sanitária.

A Secretaria de Saúde confirmou a visita da vigilância, e disse que a lanchonete passou por vistoria de rotina em dezembro. Como o vídeo circula pelas redes sociais, o cliente ainda não foi identificado.

Burger King divulgou um comunicado oficial:

“Oi, aqui somos nós do Burger King Brasil. Pois é. Nós obviamente vimos o filme de um caso que está circulando na internet. E estamos averiguando. Nós estamos no início do processo de entender o que pode ter ocorrido, mas isso é o que nós já sabemos no momento:

Nós sabemos que a Vigilância Sanitária esteve no restaurante no dia do início da veiculação do vídeo e atestou a total regularidade e liberação de funcionamento da loja em questão.

Nós usamos uma empresa de reputação internacional especializada em segurança alimentar, que visita regularmente nossos estabelecimentos, e que fez uma vistoria completa e criteriosa no restaurante, atestando a sua regularidade na última visita.

Sabemos por meio de outra empresa terceira e independente (e também por nossos especialistas internos), que o nosso processo de cozimento previne a sobrevivência da larva.

Por ser um fato isolado e tão atípico, nós não estamos parando por aqui. Estamos trazendo uma companhia internacional de investigação que, junto com as autoridades competentes, continuará averiguando esse caso.

Por fim, gostaríamos de esclarecer que a qualidade dos nossos produtos sempre vem em primeiro lugar. Não é à toa que temos tantas pessoas fanáticas pelos nossos produtos. Vamos continuar a trabalhar para esclarecer o ocorrido”.

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Cássio diz que irá agir para derrubar veto de Temer ao projeto dos agentes de saúde

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“Assim como agi para aprovar o aumento de salário dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, vou agir para derrubar o veto de Temer ao projeto que foi aprovado no Congresso” – declarou o senador Cássio Cunha Lima nesta quarta-feira (15), a respeito do veto do presidente da República, publicado no Diário Oficial de hoje, ao projeto (PLV 18/2018) aprovado pelo plenário do Senado no dia 11 de julho.

O projeto de lei é fruto da Medida Provisória (MP) 827/2018, da qual Cássio foi relator, e, além de fixar a data-base da categoria, estabelece um reajuste de 52.86% do piso salarial dos agentes de saúde, escalonado em três anos, e determina que a jornada de trabalho da categoria seja flexibilizada para o desenvolvimento das atividades conforme as necessidades da região e do momento.

Reajuste – Foi o relatório de Cássio que incluiu no texto emendas que garantiram o reajuste aos agentes, luta antiga da categoria. O piso atual de R$ 1.014,00 passará a ser de R$ 1.250,00 em 2019 (23,27% de reajuste); de R$ 1.400,00 em 2020 (12%); e de R$ 1.550,00 em 2021 (10,71%).

“São conquistas importantes, porque os agentes comunitários de saúde são servidores públicos essenciais que habitam a intimidade do povo e desenvolvem um trabalho árduo, difícil, sacrificante, sob sol e chuva em gestos de solidariedade que não cessam” – justificou o senador, durante a votação do projeto.

Erro de visão – “Não é justo que Temer queira diminuir o rombo das contas públicas à custa do sacrifício de uma categoria de trabalhadores que já está sacrificada. Mais um erro de visão de um governo que não se cansa de produzir distorções e equívocos” – disse Cássio.

Os vetos presidenciais são votados em sessões do Congresso Nacional, quando Câmara e Senado dão a última palavra a respeito de projetos que não receberam sanção presidencial.

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Aprovado no Senado projeto que prevê parcelamento do DPVAT em até 12 parcelas

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Mais um projeto de Cássio Cunha Lima é aprovado no Senado e segue, agora, para a Câmara dos Deputados. O PLS 162/2014 dá permissão aos proprietários de veículos para parcelar o pagamento do Seguro Obrigatório (DPVAT) em 12 parcelas.

O objetivo é suavizar o impacto financeiro dos proprietários de veículos ao longo do ano e, de quebra, diminuir a inadimplência. Segundo Cássio, o valor é extremamente alto, principalmente para os motociclistas, que possuem o maior custo de DPVAT em relação ao preço do veículo.

“Neste ano de 2018, por exemplo, automóveis de passeio pagaram R$ 45,72, já motocicletas pagaram R$ 185,50 de DPVAT. No caso das motos, o custo é muito alto em relação ao valor do veículo” – diz o senador.

Motoboys – Ao propor o projeto, Cássio pensou, sobretudo, em suavizar a vida dos motoboys, que têm no veículo o seu instrumento de trabalho, do qual se valem para fazer as mais variadas entregas. “Basta ver a tabela de preços para concluir que a cobrança para proprietários de motos é a mais alta de todas” – afirma.

Mas, atenção. Para que a medida de parcelamento opcional do DPVAT, em até 12 vezes, comece a valer será dado um prazo de 180 dias após a publicação da lei, tempo considerado necessário pela relatora do projeto de Cássio, senadora Ana Amélia, para que cada estado possa oferecer os meios para o parcelamento, já que o pagamento do seguro é vinculado ao do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

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Linha dura, Rosa Weber foi a única a defender a cassação de Ricardo Coutinho

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Com notória aversão à exposição pública, a ministra Rosa Weber assume nesta terça-feira, 14, a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em substituição ao ministro Luiz Fux, no momento em que a Corte deve julgar um eventual registro de candidatura ao Palácio do Planalto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado e preso na Lava Jato, nas eleições 2018. De tão fechado, o gabinete da ministra é chamado nos bastidores de “Coreia do Norte”, o que levanta dúvidas no TSE sobre os rumos de sua gestão.

Mesmo discreta, a ministra se posicionou de maneira mais dura que a maioria dos colegas de TSE. Em dezembro, entendeu haver propaganda antecipada em vídeos em que o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) era recepcionado em aeroportos, mas foi voto vencido, destaca reportagem do Estadão.

Foi também a única a defender a cassação do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), acusado de usar o cargo para perdoar dívidas de proprietários de motocicletas no ano em que era candidato à reeleição.

“É um privilégio para o País ter uma presidente do TSE com a integridade e a competência da ministra Rosa Weber. Estou pronto para ser liderado pela Rosa”, disse ao Estado o ministro Luís Roberto Barroso, que será vice-presidente do tribunal durante a gestão da colega.

Clique AQUI e confira a reportagem completa

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