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Brasil

BNDES reduz restrições para ampliar concessão de crédito para empresas

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira, 11, a retirada de parte das restrições de crédito impostas no início de 2017, ainda na gestão de Maria Silvia Bastos Marques. O alívio beneficiará, especialmente, médias, pequenas e microempresas, com destaque para a aquisição de máquinas e equipamentos, e os projetos de infraestrutura.

Maria Silvia chegou ao BNDES, em junho de 2016, já com a política econômica sob o comando do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, com a missão de frear o banco de fomento, para reduzir subsídios e custos fiscais associados ao crescimento bilionário nos governos do PT, informa reportagem de Vinicius Neder, do Estado de S.Paulo.

Sete meses depois, em janeiro de 2017, o BNDES anunciava mudanças na política operacional, para tornar o crédito subsidiado mais escasso e priorizar empréstimos a projetos e empresas com caráter inovador e sustentável.

Agora, sete meses após a chegada do presidente Paulo Rabello de Castro, o BNDES voltou a abrir um pouco a torneira. Segundo o diretor de Planejamento, Carlos Da Costa, a mudança se justifica porque, ao longo de 2017, a taxa básica de juros, a Selic, veio caindo. Ao chegar aos 7,0% ao ano, no fim do ano, se aproximou da antiga TJLP, a taxa de juros do BNDES, o que, segundo Costa, reduziu os incentivos oferecidos. A TLP, nova taxa do BNDES em vigor a partir deste mês, foi fixada em nível próximo da TJLP.

“Hoje, a diferença (entre Selic e a taxa do BNDES) é inexistente. Estamos estimulando mais o uso (do crédito do BNDES), no entanto, ainda com as prioridades”, afirmou Costa. O diretor lembrou que, quando as restrições foram colocadas, em 2017, o cenário era de Selic a 14% e TJLP a 7%, exigindo que o BNDES fosse mais restritivo, porque os incentivos eram maiores.

Um dos destaques do alívio anunciado nesta quinta-feira foi o foco nas empresas menores. Na Finame, linha de crédito para a aquisição de bens de capital, as médias, pequenas e microempresas poderão financiar até 100% do valor da compra de máquinas e equipamentos no BNDES, agora com a TLP. Antes, o limite era 80%. “Essa modificação, que parece pequena, vai ter um impacto muito grande no caminho da inovação da PME brasileira”, afirmou Costa.

Nos demais produtos do BNDES, afora a Finame, o limite geral de participação do crédito mais barato do banco de fomento ficará mantido em 80%. Além disso, foi prorrogada até dezembro deste ano a linha de capital de giro, o BNDES Giro, com orçamento total de R$ 32 bilhões. Em 2017, a instituição de fomento liberou R$ 7 bilhões nessa linha. “O BNDES Giro tem sido um sucesso, tem socorrido muitas empresas que estavam com a corda no pescoço”, afirmou Costa.

O alívio beneficiou também empresas maiores. No caso da Finame, antes, o limite máximo de participação do crédito do BNDES era de 80%, 60% ou 40%. Agora, será de 80% ou 60%. Nos projetos de infraestrutura, geralmente a cargo de grandes empresas, também houve aumento no limite de participação. Antes, eram seis categorias, com limites máximos de 80% (projetos de prioridade máxima) a zero (prioridade mínima). Agora, são duas categorias, com limites até 80% (mais prioritários) ou 60% (menos prioritários). O veto a empréstimos para usinas termelétricas a carvão foi mantido.

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Raquel Dodge não quer alvos da Registro Espúrio em liberdade

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), mantenha prisões preventivas determinadas na Operação Registro Espúrio, por entender que as provas colhidas durante os mandados de busca e apreensão reforçam a necessidade do encarceramento dos investigados, apurou o Broadcast Político. Somente sobre um dos presos, a lobista Veruska Peixoto da Silva, a PGR opinou a substituição pela prisão domiciliar, pelo fato da investigada ter um filho menor de 12 anos, informa reportagem do Estadão.

Além de Veruska, foram alvos de prisão preventiva o ex-secretário de Relações do Trabalho Carlos Cavalcante Lacerda, a ex-chefe da divisão de Registro Sindical no MTE, Renata Frias Pimentel, o ex-chefe de Gabinete da Secretaria de Relações do Trabalho no MTE, Renato Araujo Junior, o coordenador-geral de Registro Sindical, Leonardo Cabral Dias, o ex-secretário executivo do Ministério do Trabalho, Leonardo José Arantes, e o ex-diretor de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), Rogério Papalardo Arantes e Jéssica Mattos Capeletti.

Na primeira fase da Registro Espúrio, foram alvos de busca e apreensão o gabinete de três parlamentares – Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB).

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PT está dividido sobre como negociar aliança com o PSB

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O PT está dividido sobre como negociar eventual aliança com o PSB. Uma parte dos dirigentes acha que a legenda deve endurecer para que os socialistas apoiem o candidato petista à Presidência em troca de uma aliança com eles em Pernambuco, estado que já governam e que é a joia da coroa do partido, informa publicação da jornalista Mônica Bergamo, da Folha.

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Outro grupo, capitaneado por lideranças como Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais, e o senador Humberto Costa, do PT de Pernambuco, quer selar já uma aliança com trocas apenas regionais. Na principal delas, os socialistas apoiam a reeleição do petista em Minas Gerais e o PT apoia a campanha do atual governador, Paulo Câmara (PSB-PE), em Pernambuco

A FORÇA

Um dos argumentos dos que querem endurecer é a força de Lula em Pernambuco, que tornaria o PSB dependente do apoio do PT no estado: segundo pesquisa do Datamétrica divulgada nesta semana pelo Diário de Pernambuco, Lula mantém 59% das intenções de voto, contra 3% de Ciro Gomes —a outra opção dos socialistas para a campanha presidencial.

CARTA

O PT oferece ainda um cardápio vasto ao PSB nas negociações: a cabeça de chapa em estados como Amapá, Amazonas, Paraíba e Espírito Santo, além de Pernambuco. E também o cargo de vice na campanha presidencial.

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Eleições 2018: Resumão do racha no PSB

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O PSB ainda se mantém neutro na disputa nacional, mas não faltam conversas e opiniões internas sobre quem merece o apoio da sigla tão cobiçada. Como relata a coluna Poder em Jogo, do jornal O Globo, está difícil coordenar os apoios entre os Estados

Geraldo Alckmin (PSDB) é o preferido do PSB em SP, PI e PR. Em MG, RJ, CE, ES e DF, a opção é Ciro Gomes (PDT). Tem também quem queira fechar com o possível candidato indicado por Lula para concorrer pelo PT: PE, BA, SE, AC, AP, PB e RN.

BR18

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