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Dr. Rey presidente do Brasil: ‘Quero trazer de volta a nossa sensualidade’

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O Dr. Robert Rey, famoso cirurgião plástico brasileiro de Hollywood, afirmou que quer “trazer de volta a nossa sensualidade”. “Nós somos uma nação linda, nós somos inteligentes, nós somos sexy”, disse o médico durante entrevista ao “Programa Fabiola Lyma”, informa matéria do site F5, da Folha.

Aposta do Prona (Partido de Reedificação da Ordem Nacional), Rey pretende se lançar candidato à Presidência do Brasil em 2018. Em 2014, ele concorreu a deputado federal pelo PSC (Partido Social Cristão), mas não foi eleito —obteve 21.371 votos.

Após a entrevista viralizar nas redes sociais, a página do Facebook da atração de Lyma “explicou” a fala do médico. “A sensualidade que Dr. Rey se referiu não foi derivada a sexualidade ou a sensualidade corporal. Imagine o Brasil inteiro rebolando? kkkk Não gente, pelo amor de Deus, kkkk, vamos interpretar o sentido da palavra dentro com contexto do assunto, por favor!”, diz o texto.

“O que quis se referir foi ao poder de atração do Brasil para fora dele, ou seja, relacionado ao turismo que gera renda, e essa renda vai para a cultura, esporte, lazer, saúde, educação, segurança. O Brasil perdeu a sensualidade sim, não é mais sensual na visão do mundo, e sim violento e corrupto, assim o mundo o vê.”

‘EU SOU UMA PESSOA DA MÍDIA’

Em entrevista à Folha em setembro, Rey disse que um dos problemas do país é a pouca renovação nas figuras políticas, pelo fato de famílias tradicionais se manterem anos no poder.

“Precisamos de pessoas novas, cultas, empreendedoras que tiveram experiência lá fora, onde viram as coisas funcionar”, afirmou.

Aos 55 anos, sendo mais de 40 deles morando nos Estados Unidos, além de uma breve passagem pela Alemanha, Rey disse estar preparado desde 1986 para o Planalto —cursou mestrado em Políticas Públicas pela Universidade de Harvard, onde também se formou em Medicina.

“Eu sou uma pessoa da mídia. E ela tem o poder de escolher bons candidatos”, disse.

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Brasil

Defesa de Lula recorre contra decisão do TRF-4 no processo do triplex

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A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou nesta terça-feira (20) com um recurso contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) no processo do triplex de Guarujá (SP). O recurso neste caso é de embargos de declaração, que não permite reverter a condenação, já que o parecer dos três desembargadores foi unânime. Leia a íntegra do documento.

A decisão do julgamento de 24 de janeiro, em Porto Alegre, foi por manter a condenação da primeira instância e aumentar a pena de Lula para 12 anos e um mês de prisão. Esgotadas as possibilidades de recurso no TRF-4, Lula poderá ser preso.

Nos embargos de declaração, a defesa pode indicar se existe dúvida, contradição ou explicação a ser dada pelos desembargadores sobre a decisão.

Os advogados de Lula afirmaram que o recurso aponta “omissões em relação a elementos que constam no processo”, “contradições com os seus próprios termos” e “obscuridades”.

A defesa pede, ainda, que “a correção dessas omissões, contradições e obscuridades altere o resultado do recurso de apelação julgado em 24/01 (‘efeitos infringentes’), com o reconhecimento da nulidade de todo o processo ou a absolvição de Lula” (leia abaixo a íntegra da nota da defesa).

Lula é acusado de receber o imóvel no litoral de SP como propina da empresa OAS em troca de favorecimento em contratos com a Petrobras. O ex-presidente nega as acusações e afirma ser inocente.

O julgamento dos embargos de declaração costuma ser rápido, apesar de não ter prazo. No caso de Lula, será realizado pelos mesmos desembargadores da 8ª Turma: João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus.

Instâncias superiores
A defesa de Lula ainda poderá recorrer da condenação em duas instâncias superiores: o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF), ambos em Brasília.

No STJ, poderá ser apresentado recurso especial se a defesa apontar algum aspecto da decisão que configure violação a lei federal, como o Código Penal ou de Processo Penal. No STF, caberá recurso extraordinário se os advogados apontarem que a decisão do TRF-4 viola a Constituição.

Caso Lula esteja preso nessa fase, a defesa poderá pedir a esses tribunais a soltura do ex-presidente, para que ele recorra em liberdade.

Julgamento em 2ª instância

O julgamento do recurso do ex-presidente no TRF-4 ocorreu em 24 de janeiro, em Porto Alegre. O ex-presidente havia recorrido à 2ª instância contra a condenação de 9 anos e 6 meses de prisão dada pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.

Por unanimidade, os três desembargadores da 8ª Turma condenaram Lula e aumentaram a pena para 12 anos e 1 mês de prisão. Os juízes entenderam que há provas de que o triplex em Guarujá foi reformado pela OAS para o ex-presidente e que ele receberia o imóvel como propina.

Candidatura de Lula

Na esfera eleitoral, a situação de Lula só será definida no segundo semestre deste ano, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisar um eventual registro de candidatura do ex-presidente.

O PT tem até 15 de agosto para protocolar a candidatura. O TSE tem até o dia 17 de setembro para aceitar ou rejeitar a candidatura de Lula.

A Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados por tribunal colegiado (como o TRF-4), prevê também a possibilidade de alguém continuar disputando um cargo público caso ainda tenha recursos contra a condenação pendentes de decisão.

Leia a íntegra da nota da defesa de Lula:

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou na data de hoje (20/02) o protocolo eletrônico de recurso denominado “embargos de declaração” contra o acórdão que foi proferido pela 8ª. Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª. Região (TRF4) no julgamento da Apelação Criminal nº 5046512-94.2016.4.04.7000.

O recurso demonstra que o acórdão contém 38 omissões em relação a elementos que constam no processo e que foram tratados pela defesa no momento da apresentação da Apelação Criminal. Também demonstra 16 contradições com os seus próprios termos, além de 5 obscuridades, ou seja, aspectos da decisão que revelam dificuldade de compreensão.

A defesa pede que a correção dessas omissões, contradições e obscuridades altere o resultado do recurso de apelação julgado em 24/01 (“efeitos infringentes”), com o reconhecimento da nulidade de todo o processo ou a absolvição de Lula.

Caberá à 8ª. Turma do TRF4 julgar os embargos de declaração, em data a ser definida.

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Pedro participa de reunião do MBC e debate sobre economia digital

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O deputado federal Pedro Cunha (PSDB) participou de reunião do Movimento Brasil Competitivo (MBC), nesta terça-feira (20), em Brasília. Na pauta, debate sobre a regulamentação de assuntos ligados à economia digital e colaborativa e indústria 4.0. Pedro levou para o grupo a discussão de como as novas tecnologias podem contribuir para reduzir o impacto causado pelos poucos investimentos públicos na educação na primeira infância.

“É preciso olharmos com mais atenção para essa temática em torno do mundo digital e a forma como ele exerce influência na economia, no desenvolvimento de uma nação e também, isso reflete no processo educacional. Confesso que tenho muito interesse em saber o que as novas tecnologias podem fazem para tirar um pouco desse nosso atraso no investimento da educação no começo da vida”, relatou.

Para Pedro, é preciso utilizar mais desses recursos na educação, de modo a investir mais pesadamente, inclusive, na formação profissional nesse setor. “A índia, por exemplo, está radical. Está fazendo uma formação para os próximos 30 anos para 60 milhões de indianos trabalharem nesse campo da economia digital”, comentou.

MBC – O Movimento Brasil Competitivo foi criado em 2001 e tem como foco aproximar os setores público e privado, investindo na cultura de governança e promovendo a gestão de excelência. O objetivo é ampliar a competitividade nacional, com o aumento da capacidade de investimento do Estado e a melhora dos serviços públicos essenciais oferecidos aos brasileiros.

A gestão do MBC é feita por um Conselho Superior, presidido por Elcio Aníbal de Lucca, Jorge Gerdau, além dos vice-presidentes Reginaldo Braga Arcuri e Wilson Ferreira.

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Wilson Santiago recusa convite para assumir ministério do Trabalho

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O ex-senador e presidente do PTB paraibano, Wilson Santiago, revelou em entrevista ao radialista Henrique Lima, do Sistema Correio de Comunicação, que apesar da cotação para assumir o ministério do Trabalho, substituindo Cristiane Brasil, não aceitará o cargo pois tem planos de disputar uma vaga no Congresso Nacional nas próximas eleições.

“Os partidos políticos indicam integrantes para ocuparem cargos que de fato estão à disposição, no nosso caso, tenho outros projetos, esse ano disputar as eleições”, disse. “Por disputar as eleições, não posso participar da escolha de nomes para nenhum cargo do governo”, completou.

Santiago disse ainda que assim que foi sondado sobre o assunto, imediatamente se posicionou. “Acho que o partido deve indicar alguns dos nomes que não estão com disposição de disputar a eleição em 2018”, afirmou.

Confira o áudio:

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