Nos acompanhe

Negócios

Oi entrega à Justiça terceira versão de seu plano de recuperação judicial

Publicado

em

A Oi informou ter protocolado uma nova versão de seu plano de recuperação judicial à 7ª Vara Empresarial do Rio. Esta quarta-feira (11) era o último dia para a empresa de telecomunicações apresentar o documento a tempo de ser apreciado na Assembleia Geral de Credores (AGC) marcada para o dia 23 de outubro.

Criada para ser a “supertele nacional” – e fazer frente a gigantes como a espanhola Telefônica/Vivo, a mexicana América Móvil (Claro e Embratel) e a italiana Tim -, a Oi se tornou protagonista do maior processo de recuperação judicial do país, com dívida de cerca de R$ 65 bilhões e 55 mil credores, informa reportagem da Exame.

A apresentação da terceira versão do plano foi alvo de tratativas até esta quarta-feira, data final para a entrega, em intensas negociações entre credores, diretoria, acionistas e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Continue Lendo

Negócios

Assessor técnico do FIDA visita produtores de caprinos no Cariri paraibano

Publicado

em

Com o objetivo de conhecer as experiências que vêm sendo desenvolvidas na Paraíba junto aos produtores de caprinos e ovinos, o assessor técnico do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Antonio Rota, esteve visitando nos últimos dias 15 e 16 os municípios de Monteiro e Coxixola, no Cariri Ocidental Paraibano.

As duas localidades se encontram na área de atuação do Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Cariri, Seridó e Curimataú (Procase), onde o apoio a empreendimentos produtivos objetiva fortalecer o desenvolvimento da caprinovinocultura na região.

No município de Monteiro, a visita aconteceu na sede da Cooperativa de Produtores Rurais de Monteiro (Capribom), bem como nas propriedades de alguns de seus associados, que vendem a produção de leite de cabra através da Cooperativa. Grande parte das vendas realizadas pela Capribom se destina ao Governo do Estado, através do Programa Leite da Paraíba, uma das modalidades do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que tem como objetivo proporcionar o consumo de leite a famílias que se encontram em situação de insegurança alimentar e nutricional. Além de leite, a Cooperativa produz queijos e iogurtes, e comercializa esses produtos também com o mercado privado.

Durante a visita, Antonio Rota pôde conhecer as técnicas de convivência com o semiárido utilizadas na região, e analisar experiências que podem vir a ser replicadas em outros países onde também são desenvolvidos projetos apoiados pelo FIDA.

“Estive visitando produtores de caprinos e ovinos da região, sobretudo os que trabalham com a caprinocultura leiteira, e pude conhecer algumas tecnologias simples, mas de uma eficácia muito importante, como o sistema de produção de forragem por microgotejamento, que poderia ser aplicado em muitos outros lugares do mundo que também têm um solo seco ou semiárido”, afirmou.

No município de Coxixola, o que se destacou durante a visita aos produtores de caprinos foi a organização destes em associações e cooperativas, e o incentivo do governo local para a continuidade deste tipo de organização.

“Me parece que existe um interesse muito grande em manter e desenvolver esses tipos de associações. É incrível pensar que tantas famílias nestes lugares dependem economicamente do leite de cabra, e o que me impressionou é que essas pessoas não querem migrar para grandes centros urbanos, mas querem ficar aqui, pois tem a garantia dessa fonte econômica. Creio que se pode melhorar isso com a aplicação de fontes de energia alternativa, com a melhoria na comunicação, melhoria no transporte e capacitações técnicas. O potencial da região é muito alto”, destacou o representante do Fida.

Um outro ponto positivo destacado por Antonio Rota foi a presença de salas de ordenha nas propriedades rurais, o que auxilia na qualidade do leite produzido na região. “Outra tecnologia que me parece muito boa é a sala de ordenha das cabras, o que não é uma prática comum em todos os lugares onde visito, neles muitas vezes a ordenha acontece no próprio curral. O fato de se ter uma sala de ordenha faz com que a qualidade do leite seja melhor, bem como o sistema de coleta antes de passar a uma fase de processamento, que permite ao produtor vender o leite num custo de transporte baixo e num tempo limitado, o que também mantém a qualidade do leite e diminui a possibilidade de contaminação”, afirmou.

Antonio Rota também destaca alguns pontos que podem ser melhorados para fortalecer o mercado da caprinocultura leiteira na região, enfatizando a importância de se envolver mais o setor privado, a exemplo de supermercados e outras grandes redes de compras que conhecem bem os interesses do mercado e podem auxiliar os produtores, bem como a necessidade de desenvolver um produto artesanal de alta qualidade com origem certificada. Enfatiza ainda a importância de os derivados de leite de cabra serem reconhecidos por lei, permitindo que o mercado possa investir num produto que está regularizado, reduzindo os obstáculos que atrapalham o desenvolvimento da cadeia produtiva de forma harmoniosa.

O Procase é fruto da parceria entre o Governo do Estado da Paraíba e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), organismo das Nações Unidas (ONU), beneficiando 56 municípios do semiárido paraibano, e visa fortalecer a agricultura familiar e contribuir para o desenvolvimento rural sustentável, reduzindo os níveis de pobreza rural e fortalecendo ações de prevenção e mitigação da desertificação.

Continue Lendo

Brasil

Tempo médio de desemprego no país já dura um ano e dois meses

Publicado

em

Ainda que o cenário de recessão econômica esteja finalmente no fim, com a maioria dos indicadores mostrando melhora, o número de brasileiros à espera de uma oportunidade de emprego ainda é alto e acumulava 12,3 milhões de pessoas ao final de 2017. A pesquisa “O desemprego e a busca por recolocação profissional no Brasil”, realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais mostra que o tempo médio de desemprego já chega a 14 meses entre os entrevistados, maior do que o observado em 2016, quando girava em torno de 12 meses.

O estudo mostra o seguinte perfil dos desempregados: 59% são do sexo feminino, com média de idade de 34 anos; 54% têm até o ensino médio completo, 95% pertencem às classes C/D/E e 58% têm filhos, a maioria menor de idade. Entre os que já tiveram um emprego antes, 34% atuavam no segmento de serviços, enquanto 33% no setor de comércio e 14% na indústria. A média de permanência no último emprego foi de aproximadamente dois anos e nove meses.

No último emprego, 40% dos desempregados possuíam carteira assinada, 14% eram informais e 11% autônomos ou profissionais liberais. Já 8% dos desempregados atuais estão buscando a primeira oportunidade profissional. “Tudo aponta para um cenário de recuperação no mercado de trabalho, mas este ainda é um movimento tímido e que, no momento, permanece concentrado na informalidade, o que implica em contratações sem carteira assinada e atividades feitas por conta própria”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

“As pessoas sabem que não podem ficar esperando em casa pelo reaquecimento do mercado e por isso buscam por alternativas de sobrevivência. Porém, informalidade também implica em fragilidade. O trabalhador que atua nessas condições não tem proteção e está sujeito às variações do mercado. Por isso, é importante informar-se e buscar a formalização”, indica o presidente. De acordo com Pellizzaro, uma atividade feita por conta própria pode, por exemplo, encaixar-se na modalidade MEI – microempreendedor individual. “Com ela é possível ter CNPJ, emitir nota fiscal e contribuir para a aposentadoria, dentre outras possiblidades”.

Segundo o levantamento, dentre aqueles que já tiveram algum emprego antes, 67% já haviam ficado desempregados anteriormente e 32% nunca haviam passado por esta situação. Mais da metade (57%) conhecem alguma outra pessoa que também está desempregada ou que teve de fechar sua empresa nos últimos três meses.

Em 56% dos casos, os entrevistados afirmam terem sido desligados da empresa, mas outros 17% garantem ter pedido demissão e 14% alegam que foi feito um acordo.

Dentre os que foram demitidos, a maioria alega causas externas, principalmente ligadas à crise econômica, como redução de custos por parte da empresa para lidar com os efeitos da crise (35%), redução da mão de obra ociosa (12%) e o fechamento da empresa (11%). Levando em conta apenas os que pediram demissão, a principal razão apontada foi algum problema de saúde (15%), seguido da insatisfação com o salário (13%) e do desejo de poder dedicar mais tempo à família (11%).

Perguntados sobre o tipo de oportunidade desejada pelos desempregados, 46% preferem os postos com carteira assinada, enquanto 29% mencionam qualquer vaga, independente do formato.

61% dos desempregados estão dispostos a ganhar menos que no último emprego

A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL mostra que seis em cada dez desempregados (61%) estão dispostos a ganhar menos do que recebiam no último emprego – uma queda em relação ao ano passado (68%).

As principais justificativas nestes casos são que o que importa atualmente é voltar ao mercado de trabalho (23%) e arrumar um emprego para pagar as despesas (22%). Por outro lado, 39% não estão dispostos a receber menos, sendo a razão mais citada o fato de encararem o salário menor como regressão profissional (19%), seguido da possibilidade de ser difícil voltar ao patamar salarial que possuía antes (13%).

O levantamento revela que, considerando aqueles que têm sido chamados para entrevistas desde que estão desempregados (40%), 56% chegaram a recusar alguma proposta, sendo que 18% o fizeram porque a remuneração ou benefícios eram insuficientes, enquanto 13% alegam que o local era muito distante de casa.

Entre os desempregados, 66% estão procurando emprego, sendo que a média do tempo de procura por empregos é de quase 10 meses. Outros 25% estão recorrendo a fontes alternativas de renda enquanto não encontram emprego e 9% estão esperando por algo, porque procuraram uma oportunidade de trabalho por muito tempo sem sucesso. A grande maioria (78%) sente que tem condições de conseguir um emprego, sendo que os principais motivos são ter uma boa experiência profissional (40%), preencher cadastro em sites de empregos (27%) e ler com frequência jornais e sites de empregos em busca de vagas (27%).

53% estão confiantes em conseguir emprego nos próximos 3 meses

De acordo com o levantamento, cerca de 25% dos desempregados afirmam estar em busca de capacitação profissional para conseguir oportunidades melhores e 53% estão confiantes de que vão conseguir uma oportunidade nos próximos três meses. A expectativa média de que consigam um emprego é de pouco mais de quatro meses.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, conseguir um novo emprego é mais que recolocar a vida profissional nos trilhos, “é ter a chance de recuperar hábitos cotidianos, poder adquirir produtos e serviços e desfrutar de pequenas comodidades – coisas das quais muitos brasileiros, em maior ou menor grau, tiveram de abrir mão nos últimos tempos em virtude das dificuldades financeiras”.

As principais prioridades após conseguir um emprego serão voltar a consumir produtos que gosta como roupas, sapatos, eletrônicos (51%), retornar ao padrão de compra no supermercado que tinham antes (47%) e voltar a realizar atividades de lazer como saída a bares e restaurantes (46%).

Os dados mostram também que os desempregados estão divididos quanto o futuro do desemprego no Brasil em 2018: 31% acreditam que o desemprego irá aumentar, 31% que irá continuar igual e 24% que irá diminuir.

“Ainda que a recuperação da economia já esteja em curso, o futuro permanece incerto para milhões de brasileiros que aguardam nova oportunidade de trabalho, seja para retomar suas carreiras, seja simplesmente para pagar as contas e voltar a consumir, reassumindo, aos poucos, o padrão de vida que tinham antes do desemprego”, analisa a economista.

41% dos desempregados que possuem família são os principais responsáveis pelo sustento da casa; 28% tiveram algum conflito familiar

Além de investigar o perfil e o comportamento dos desempregados na busca por uma recolocação, a pesquisa analisou o impacto do desemprego no contexto familiar. Para isso, algumas perguntas foram focadas nos desempregados que não moram sozinhos: 34% deles garantem que há pelo menos mais uma pessoa sem trabalho na casa onde vivem.

Cerca de 87% desses desempregados ouvidos contribuíam financeiramente para as despesas da casa quando tinham um emprego, sendo que 41% eram ou ainda são os principais responsáveis e 29% não eram o principal responsável, mas continuam a ajudar de alguma forma.

Por consequência do desemprego, 28% tiveram algum conflito familiar, sendo que os principais motivos foram a discordância quanto aos gastos da casa (13%) e brigas por causa da divisão do pagamento das contas (12%).

Já 34% garantem que o desemprego motivou outras pessoas da casa, que antes não trabalhavam, a trabalhar ou fazer bicos. Em casos mais agravantes, 16% destes entrevistados afirmaram que após a perda do emprego algum integrante da família precisou interromper os estudos para trabalhar e ajudar nas despesas de casa.

Metodologia

A pesquisa buscou traçar o perfil do desempregado brasileiro e o impacto no processo de recolocação profissional no mercado. Foram entrevistados pessoalmente 600 brasileiros desempregados acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

Continue Lendo

Negócios

Franquia online é oportunidade em momento de crise

Publicado

em

É comum ouvir que é justamente durante uma crise que grandes empreendedores veem novas oportunidades de negócios. Essa realidade é ainda mais evidente no mundo das franquias, onde naturalmente o índice de sucesso de uma franquia é muito mais assertiva do que um negócio sem troca de experiência.

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), no 1º semestre de 2017, o setor de franquias registrou expansão de 8% no faturamento nacional, passando de R$ 68,8 para R$ 74,4 bilhões. Ainda nesse período, houve um saldo positivo de 3,1% entre unidades abertas e fechadas, na comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando 144.074 franquias em operação no País. Também com números totalmente promissores em potencial, análise aponta mais de 15 milhões de empresas sem site na Internet, o que já demonstra o tamanho desse mercado.

De olho nesse cenário, a Hostnet, pioneira em hospedagem de sites e serviços web, está expandindo os seus negócios. A empresa criou uma rede de franquias aproveitando seus 16 anos de estrada e mais de 50 mil clientes atendidos, com um modelo de negócios inédito no país. Esse sistema tem menos de um ano e já conta com 15 franqueados. Sendo que 14 deles distribuídos por todas as regiões do país e um em Angola.

A empresa, que nasceu por volta do ano 2000, durante o estouro da bolha da Internet, oferece ao franqueado acesso a todo o conhecimento adquirido ao longo de sua existência no mercado de Internet, infraestrutura, sistemas e marketing digital. A metodologia de trabalho já foi testada, e é rentável.

A franqueadora garante que tudo fica mais fácil e promissor se o franqueado já se relaciona com áreas que precisam de serviços web, como: marketing, comunicação, consultorias diversas, web design, entre outras. Basta captar e fechar negócios com novos clientes que precisem de sites, registro de domínios, serviços de e-mail, lojas virtuais e assessoria de marketing digital.

Ao longo de dois anos, vendendo e desenvolvendo dois sites em WordPress por mês, o franqueado pode ter uma carteira de 46 clientes e renda mensal estimada de R$ 5.300,00, com um lucro acumulado de R$ 78.000,00 em 24 meses. Já nos pacotes combinados que incluem: a criação de sites, hospedagem e manutenção, a lucratividade fica entre 50% e 70% dependendo do preço que o franqueado operar, já descontando taxas e impostos.

Mas o que leva uma pessoa “comum” a se tornar um franqueado em um momento tão conturbado? Um dos motivos que certamente contribuem na hora dessa decisão é o valor da franquia. A taxa de abertura é bem em conta e é paga uma única vez. Então, se a pessoa tem uma pequena economia já pode começar a pensar nessa oportunidade. Outra vantagem é que não é preciso ter um ponto comercial para abrir esse tipo de negócio – o empreendedor pode oferecer, de casa e agendando visitas, todos os serviços web para empresas e profissionais liberais.

O franqueado ainda conta com a exclusividade de atuação e prospecção na sua área, que será determinada pelo número de habitantes. Para ter um negócios desses não basta conhecer e adquirir: quem quiser empreender passará por um processo de seleção bem exigente, treinamento e acompanhamento na implantação.Mais informações sobre a oportunidade de franquia no site da Hostnet, clique aqui. 

Expansão

Os primeiros resultados dessa empreitada, que começou em abril de 2017, são animadores. Após a quarta edição do treinamento de franqueados, a Hostnet comunica ao público as suas 15 unidades: Flamengo e Centro – Rio de Janeiro (RJ), Icaraí e Centro de Niterói (RJ), Campo Grande e Nova Iguaçu (RJ), Campinas (SP), Jaboticabal (SP), Guarapari e Linhares (ES), Brasília (DF), Curitiba (PR), Macapá (AP), Salvador (BA), Luanda (Angola). A previsão é chegar a 30 franqueados até o fim de 2018.

Bom para o cliente e bom para a empresa. Ter franqueados em vários pontos do país confere um atendimento mais rápido e personalizado. Levando em consideração, também, hábitos, mercado e demandas de cada localidade.

Sobre a Hostnet

A Hostnet é uma empresa pioneira no mercado de hospedagem de sites e registro de domínio no Brasil. Tem mais de 50 mil clientes que hospedam ou já hospedaram seus sites e administra domínios registrados por ela ao longo de 16 anos de existência. A Hostnet desenvolveu um sistema de franquia disponibilizando para o franqueado todo o conhecimento acumulado nesses anos de atuação no mercado de Internet, infraestrutura, sistemas e marketing digital.

Mais informações da Hostnet clique aqui


Raio-x da franquia

Data de fundação:
02/04/2001 – Hostnet
01/03/2017 – Franquia Hostnet
Taxa de franquia: A partir de R$17.500,00
Capital de Giro: R$ 4.500,00
Capital de instalação: Capital inicial de R$25.000,00
Royalties: Fixo de R$100,00 + 10% sobre o valor de serviços
Taxa de propaganda: Isento
Faturamento médio mensal: Vendendo e desenvolvendo 2 clientes de Site Pronto por mês ao longo de 24 meses o Franqueado terá uma receita de aproximadamente R$5.400,00.
Prazo de retorno: Vendendo e desenvolvendo 2 clientes de Site Pronto por mês o Investimento inicial da Franquia Hostnet é pago em 8 meses. Tendo uma receita mensal de aproximadamente R$ 3.750,00.
Observações gerais : unidades em áreas de atuação a partir de 75.000 mil habitantes sem definição máxima.

Continue Lendo